segunda-feira, 27 de agosto de 2018

NUDEZ NO PARAÍSO – NAKED IN PARADISE, DE MICHAEL VON GRAFFENRIED



Michael von Graffenried nasceu em Berna, na Suíça, em 1957. Começou como fotojornalista em 1978, viajando pelo mundo para numerosas publicações e hoje trabalha em projetos de longo prazo usando diferentes tipos de mídia, como campanhas ao ar livre em outdoors públicos ou filmes. Seu documentário, War without Images, produzido juntamente com Mohammed Soudani, foi exibido pela primeira vez no festival de Locarno em 2002. Suas fotos já foram expostas na Suíça, na França, em Nova York, Argel, Hong Kong e Beirute. Estão nas coleções permanentes da Fundação Suíça de Fotografia, Winterthur, Museu de l'Elysée, Lausanne, Bibliothèque Nationale, Paris e várias outras grandes coleções europeias. Um de seus vários livros é NAKED IN PARDISE (Dewi Lewis 1996), com fotos do campo naturista Lichtfreunde (Amigos da Luz), situado às margens do Lago Neuchâtel. Diz ele que ficou sabendo desse campo através de um oficial do serviço militar obrigatório, que era o comandante do acampamento. O local é muito protegido e é absolutamente proibido tirar fotos. No entanto, Michael passou lá algum tempo e voltou durante vários anos, ganhando a confiança das pessoas, até que, depois de muita discussão, obteve permissão para fotografar e publicar as fotos num livro. São um regalo para os olhos, em termos da técnica e do poder das imagens de pessoas nuas e livres. Uma ode ao naturismo. Divirtam-se com este aperitivo:


















Fontes:

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

UM PARAÍSO HEDONISTA: CAP D’AGDE







Pessoas totalmente nuas pelas ruas. Orgias na praia. Bacanais nas discotecas. Tudo à frente de outras pessoas. Sem polícia, sem pecado, sem restrições. Esse lugar existe? 

Sul da França. Sol do Mediterrâneo. Praias famosas. E, entre tantas praias, Cap D’Agde, o paraíso do amor livre, da nudez e do sexo. Você está na praia e, ao lado, um casal tem relações sexuais. E isso é normal.



Cap D’Agde, a “capital mundial do sexo em público”. Quem assim batizou o local foi um jornalista do El Español que, quase que infiltrado, esteve neste complexo turístico no sul de França — bem perto da fronteira com Espanha — e testemunhou com os seus próprios olhos o que se passa na “Sodoma e Gomorra do século XXI”.


Todos os verões, Cap D’Agde recebe 40 mil turistas, a maioria franceses, belgas, alemães e holandeses com cinquenta anos ou mais, com um só propósito: sexo. Vá, dois propósitos: fazer nudismo e ter sexo.


Mas nem sempre foi assim. Nos 50, Cap D’Agde era um vila de pescadores e ninguém andava nu. Foi nos anos 60, com a construção de resorts, que o turismo começou a desenvolver-se na localidade. Do turismo ao nudismo, foi um instante.


Hoje em dia, além de nudismo, o que se vê é sexo. Exceto no povoado, na pequena vila ou cidade. É o único local onde não se pode ter relações sexuais em público, mas por lá também ninguém anda com roupa durante o dia — nem nas idas ao supermercado ou à fármacia.


Na praia é comum assistir-se a cenas de sexo. Há uma parte da faixa de areia (a maior) que se destina a famílias de nudistas — crianças incluídas. Logo adiante, há a Baía dos Porcos (sim, o nome é igual à de Cuba) para os swingers (casais que trocam de parceiros) onde é proibida a entrada de menores. Por último, uma zona menor é reservada aos casais homossexuais.


É nestes dois últimos locais que “a ação acontece”. Casais terem relações sexuais à frente de outros é o normal, mas ninguém fica indiferente. Estas cenas têm sempre espectadores-participantes, isto é, pessoas que se levantam das suas toalhas para se aproximarem e verem de perto a cena. Há casais que enquanto estão a fazer sexo incentivam o público a participar, em conjunto ou a sós.

Aparentemente, só há uma coisa que é proibida: tirar fotografias ou filmar essas cenas. Quem se atrever a tirar o celular para fazê-lo, é imediatamente repreendido por quem quer que esteja à volta. Fotografia, só com familiares e, assim mesmo, com todo o cuidado de não fotografar o entorno.


Com o cair da noite, a festa intensifica-se. É quando os turistas andam mais vestidos: é obrigatório os homens usarem calças e camisas para entrar nas discotecas. Já as mulheres são bastante mais arrojadas na sua escolha de vestuário


O epicentro da noite é na discoteca Le Glamour, a maior da pequena cidade. Também aqui o celular é proibido, mas o sexo em público não. Pode ser praticado em várias divisões do espaço, que vão desde quartos a masmorras e gloryholes — quartos ou casas de banho cujas paredes têm buracos nas paredes através dos quais se pode ter relações sexuais ou assistir a cenas de sexo.


À semelhança do que acontece na praia, o espaço está dividido: um lado é para os solteiros — que recebem uma pulseira verde à entrada — e para os trios, o outro para as mulheres e os casais.


Os solteiros não podem ‘ultrapassar a fronteira’ e ir para outra divisão. O jornalista espanhol, aliás, ressalva que as pessoas que vão sozinhas para Cap D’Agde são aquelas que têm “menos sorte”. Isto é, os solteiros não são bem vistos pelos casais e acabam por ter menos relações sexuais.


Mas ir para este destino não é barato. Para além de ter de se pagar uma taxa para entrar na cidade, que varia se você entra a pé ou de carro, o alojamento (seja hotel ou camping ou outro qualquer), a comida, as bebidas e as compras são caros. Só a entrada na discoteca não custa menos de 60 euros — 90 para os solteiros.


A aldeia é protegida: entra-se por um portão, perto do qual há um prédio onde se pode comprar um cartão que permite entrada livre no bairro nudista. Quem for i ficar em um hotel ou tiver alugado uma casa de temporada, deve pedir instruções sobre como obter autorização para entrar sem comprar o cartão.


Uma vez que você estiver dentro, você terá certas regras a seguir. Eles incluem: o acesso ao bairro naturista é reservado aos naturistas ou àqueles que trabalham lá.


A nudez total é obrigatória no bairro e na praia, quando as condições climáticas o permitem. (No entanto, são vistas muitas pessoas vestidas lá em um dia de calor. Além disso, a maioria das pessoas se veste para o jantar. Esse é o padrão de etiqueta para refeições noturnas).


Há também várias leis que proíbem qualquer tipo de comportamento obsceno, mal educado ou pornográfico no bairro nudista. 


A menos que você planeje gastar toda a sua viagem dentro do bairro nudista, recomenda-se alugar um carro. Agde está bastante espalhado, e o bairro nudista não está a uma curta distância de nada. Há uma linha de ônibus, mas sua programação é bastante limitada e é inconveniente. Mesmo que você apenas alugue um carro por alguns dias durante sua visita, valerá a pena pela facilidade de visitar o centro de Agde, ou cidades próximas como Sète ou Beziers.


Existem quatro centros comerciais na área de nudismo, e cada um possui mercearias, lojas de lembranças, boutiques vendendo vestuário e roupas de praia e artesanato local. Existem vários cafés e restaurantes em cada um dos centros comerciais, ou pontos do "centro comercial".


Enfim, o prazer não custa barato, mas Cap D’Agde é uma ótima opção de turismo sexual ou naturista, à margens do Mediterrâneo, para umas férias diferentes e cheias de amor e tesão.





Fontes:








segunda-feira, 13 de agosto de 2018

SEXO EM PÚBLICO: O INUSITADO, PARA RIR E GOZAR






Encontra-se de tudo na já vetusta rede mundial de computadores. No quesito erotismo e sexo, não há limites para a imaginação. Para delírio dos apreciadores e dos tarados de plantão. Claro, só não admitimos fotos e reportagens que contrariem princípios humanos fundamentais, como estupro e pedofilia, por exemplo. Pregamos o respeito, em todos os aspectos da atividade humana, mas principalmente no sexo: o consenso deve prevalecer sempre, mesmo entre quatro paredes, onde temos a liberdade de decidir com nossos parceiros ou parceiras o que pode ou não pode. Todo esse blá-blá-blá, no entanto, já é conhecido dos leitores e leitoras que acompanham este blog. E hoje trazemos para seu deleite uma situação inusitada e engraçada. Com belas fotos, claro. Imagine um velhinho esperando o ônibus, completamente distraído já das coisas eróticas dessa vida. E, de repente, um casal resolve surpreendê-lo – e a todos nós. Veja: 


















(A origem das fotos encontra-se impressa 

no canto direito, abaixo, das mesmas)