segunda-feira, 30 de julho de 2018

POR QUE USAR PRESERVATIVO – 2: A CAMISINHA FEMININA



Antes de tudo, você precisa entender duas coisas: a primeira é que o uso do preservativo é necessário ontem, hoje, amanhã e sempre; a segunda é que, apesar de menos de 1% dos preservativos comercializados no mundo serem femininos, a camisinha feita mulheres é tão segura quanto a masculina. E foi uma grande conquista para as mulheres!


E as mulheres não podem abrir mão dessa conquista. Se o parceiro não quiser usar camisinha, e vocês não estão prontos para uma gravidez, ou o sexo é casual, a confiança mútua ainda não é total, tenha em mãos, sempre, a sua proteção. Como diz a ginecologista Fabiane Vargas, que ajudou a compor a matéria abaixo, “comprar camisinha é igual a comprar absorvente. As primeiras vezes são difíceis, mas, depois, a gente se acostuma e até pede a opinião do atendente!” 



VERDADES E MENTIRAS SOBRE A CAMISINHA FEMININA

Isabella Otto

1. Qualquer menina pode usar.



MENTIRA. Para usar a camisinha feminina a menina precisa, obrigatoriamente, já ter tido a primeira experiência sexual com penetração. Isso porque o produto precisa ser introduzido na vagina o mais fundo possível. O processo é bastante parecido com a colocação do absorvente interno.



2. É difícil colocar a camisinha feminina.



MENTIRA. Colocar a camisinha é mais fácil do que parece. De início, o processo pode ser desconfortável, pois exige um pouco de prática, mas depois já fica mais fácil. Ao abrir o pacotinho, identifique o lado fechado da camisinha (ela se parece com um saquinho plástico). Com a ajuda de um ou dois dedos (o indicador e o médio), vá empurrando delicadamente a camisinha para dentro da vagina, com a parte aberta virada para fora. Na hora de retirar, é importante dar várias voltas na ponta da camisinha para não deixar a secreção escapar.



3. A camisinha feminina tem mais prós do que contras.



VERDADE. Além de ser feita de um material mais fino que o látex do preservativo masculino, e antialérgico, ela proporciona uma maior proteção da vulva, por cobrir grande parte da genitália externa feminina. Além disso, a camisinha feminina dá mais autonomia à garota e eleva a sua autoestima, por fazê-la sentir-se mais dona do próprio corpo.



4. Se o menino usar a camisinha masculina e a menina a feminina, a proteção dobra.



MENTIRA. E em caps lock mesmo! Você não pode usar a camisinha feminina se o garoto já estiver usando a masculina. E a recíproca também é verdadeira. Ou é uma ou é outra. Se usadas juntas, além do desconforto, as camisinhas podem rasgar por conta do atrito. Nesse caso, a tal proteção redobrada (que, na verdade, nunca existiu) vai definitivamente por água abaixo.



5. A camisinha feminina pode machucar.



MENTIRA. Se colocada com cuidado, não há o menor perigo! Além do mais, a menina acaba tendo um contato muito maior com parte íntima ao usar a camisinha feminina, conhecendo melhor essa região do corpo, perdendo a vergonha de se tocar e até deixando o “nojo” de lado.



6. Ela é mais cara do que a masculina.



VERDADE. Por ter uma procura menor, o valor de mercado da camisinha feminina acaba aumentando. É possível encontrar marcas de modelos masculinos a partir de R$ 3. Entretanto, os modelos mais baratos da feminina custam, em média, R$ 17. Mas vale lembrar que ambas estão disponíveis em postos de saúde.



7. Você não precisa ter vergonha de sugerir o uso da camisinha feminina.



VERDADE. A garota deve ter vergonha de NÃO sugerir ou não carregar uma camisinha na bolsa; não de carregar um item tão fundamental quanto esse para a manutenção da saúde dela e do parceiro. Uma mulher pode e deve tomar a iniciativa e se prevenir sempre.



8. Menina que anda com camisinha feminina na bolsa é vulgar.



MENTIRA. E vamos repetir para reforçar bem: M-E-N-T-I-R-A. Andar com camisinha na bolsa não significa que você “quer dar”, como muita gente desinformada adora dizer. Simplesmente significa que você é precavida.




Fonte:





segunda-feira, 23 de julho de 2018

POR QUE USAR PRESERVATIVO – 1: HISTÓRIA DA CAMISINHA




O preservativo masculino, a popular camisinha, tem o seu uso recomendado por médicos, especialistas e organismos internacionais para prevenir a gravidez e para evitar o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis (DST). Ganhou grande destaque a partir do final do século XX no combate à transmissão da AIDS/SIDA (síndrome da imunodeficiência adquirida), uma doença que ainda não tem cura e é mortal. 



Só ainda resistem à recomendação do uso da camisinha certas organizações religiosas (as feministas resistiram até o começo do século passado, sob o argumento de que o controle da gravidez era de responsabilidade exclusiva da mulher). Mas podemos dizer que você pode professar qualquer fé, seguir qualquer religião, mas seu pau não é e nunca será religioso: quando pinta a necessidade e a ocasião, ele cumpre a sua finalidade, que é lhe dar prazer (além, claro, de garantir a preservação da espécie humana). 


Portanto, não se arrisque: use camisinha. Sempre que houver situação de risco. Para a preservação da saúde de ambos os parceiros. Ao contrário do que dizem, o preservativo não elimina o tesão ou o prazer; é fácil de usar; é barato; não tem contraindicações e é fácil de encontrar e carregar. O artigo de hoje traz um breve histórico da camisinha, para que você – se ainda não a usa – comece a se familiarizar com a ideia de ter sempre em mão (e no pau) uma camisinha. As fontes para maiores informações estão ao final. 


Uma observação final: em fotos aqui mesmo publicadas e na maioria dos filmes a que você assiste, os atores quase sempre não usam camisinha. Esclareçamos: estão sim, essas pessoas, em situação de risco, mas geralmente um risco calculado, já que fazem constantes exames médicos. Pelo menos é o que dizem e é o que deviam fazer. No entanto, o risco existe sempre. Esses atores e atrizes assumem o risco em nome de uma série de fatores, como oferecer ao espectadores e apreciadores um sexo mais “natural”. Assim, podem – as fotos e os filmes – ser estimulantes, mas não são um bom exemplo. Vamos ao texto de hoje: 


Origem e breve história da camisinha 


(Nicolas_Tassaert - Die_vorsichtige_Geliebte )

Ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, a camisinha é uma invenção bastante antiga. Pesquisas controversas sugerem que já em 1300 a.C. os egípcios utilizavam um envoltório sobre o pênis feito de linho, pele e materiais vegetais. 


No século II a.C., os romanos começaram a utilizar esses envoltórios produzidos a partir de intestinos de cordeiro e bexigas de cabra para se protegerem de doenças sexualmente transmissíveis. Os romanos acreditavam que tais doenças eram castigos lançados por Vênus, a deusa do amor, que posteriormente teve seu nome dado a essas doenças e é por isso que, hoje, as conhecemos por “doenças venéreas”, doenças de Vênus. 


No século XVI, o italiano Gabriel Fallopius inventou um saco de linho para ser colocado sobre o pênis de seus pacientes para protegê-los de doenças. Suas pesquisas partiram do estudo da sífilis que, então, matava seres humanos como moscas. O anatomista obteve grande êxito com a invenção, pois além de proteger contra as doenças, o saco de linho impedia a gravidez. Este fato o tornou conhecido e sua produção tornou-se popular e bastante usada. 



Em torno de 1685, o envoltório recebeu o nome de condom na Inglaterra. O condom era feito de intestino de cordeiro e lubrificado com óleo de amêndoas. Em 1700, começaram a produzir esse envoltório com intestino de peixe, carneiro e outros animais com o intuito de deixá-lo mais fino e menos incômodo. 



No início do século XVIII, Londres funda a primeira loja de preservativos, feitos de intestino de carneiro ou cordeiro, com aromatizantes florais e sob encomenda. Eram bastante caros e só pessoas com alto poder aquisitivo podiam comprá-los. 



Mas foi em 1843, quando o revolucionário processo de vulcanização da borracha, inventado por Hancock e Goodyear, possibilitou a produção em massa de preservativos, que eles se tornaram realmente mais populares, mas pouco aderentes, irregulares e ainda muito caros, o que fazia com que fossem usados várias vezes. 


Até o legendário amante Casanova foi adepto dessas camisinhas. Em 1930, o látex líquido substitui a borracha, e ainda é o material mais usado na fabricação de camisinhas. 


A partir da década de 1960, a impopularidade da camisinha se ampliou com a comercialização das pílulas anticoncepcionais. Com isso, as doenças sexualmente transmissíveis galoparam até os finais da década de 1970. 


 O triunfo do preservativo só aconteceu na década seguinte, quando a ação do vírus HIV obrigou milhares de pessoas a se curvarem a um novo processo de educação sexual. Nesse meio tempo, várias teorias fantasiosas visavam dispensar o uso da camisinha, posta ainda por alguns como um limitador da qualidade do ato sexual. Entretanto, sabemos que a preservação da vida e da saúde depende dessa "antiga novidade". 


Atualmente, os preservativos são vendidos em diversos tamanhos e com diversos tipos de superfície com o intuito de estimular o parceiro sexual. Normalmente são vendidos com uma camada de lubrificante de modo a tornar mais fácil a penetração. Os preservativos com sabor são usados principalmente para sexo oral. A maior parte é fabricada com látex, embora estejam também à venda preservativos em poliuretano. 



Fontes: 



DANTAS, Gabriela Cabral da Silva. "Origem da Camisinha"; Brasil Escola. Disponível em . Acesso em 06 de abril de 2018. 












segunda-feira, 16 de julho de 2018

COM QUANTOS HOMENS VOCÊ JÁ TRANSOU? – UMA PERGUNTA PERIGOSA, MUITO PERIGOSA...




Seres humanos são sempre complicados. E ficam ainda mais complicados quando uma relação amorosa envolve ciúmes. Principalmente ciúmes do passado. Que é uma ferrugem, a corroer o amor, principalmente quando ataca a mente de um homem. É o tema de hoje: ciúmes que os homens têm do passado de suas companheiras. 


A pergunta é fatídica e fatal: - Com quantos homens você já saiu? – Com quantos homens você já transou? A resposta – se verdadeira – pode fazer ferver os miolos de um homem ciumento. E de ciúmes já tratamos em outra publicação (queira ver, por favor). Mas, voltemos ao tema: essa é uma pergunta que nenhuma mulher merece responder, a não ser que o clima seja de total liberdade e dentro de um contexto erótico de ludicidade. 


Explico: assim como há homens que gostam de ver suas mulheres transando com outros (matérias também já aqui publicadas: troca de casais, candaulismo etc.), também haverá homens que terão muito prazer em que sua parceira relate experiências anteriores, como forma de excitação e de prazer erótico (pode ser matéria para um post futuro). 


Voltemos ao tema: se você fizer esse pergunta à sua companheira esperando uma resposta única, sincera, sem rodeios, você pode quebrar a cara, porque não há uma resposta correta. E Ulisses Tavares, autor de Guia do Homem Que a Mulher Também Deve Ler, explica por que não existe uma resposta correta: 


“Existem informações que são importantes para o homem saber sobre a mulher que compartilha sua cama e sua vida. A data do aniversário dela, por exemplo. Seu número de sapato. Os dias de TPM. Mas existem dados que só servem para tornar a vida amorosa e sexual masculina um sofrimento anunciado. O que fazer se a gente fica sabendo que seu ex foi cruel? Ou, pior ainda para o nosso ego e nossa masculinidade, ele era nota 10? De uma maneira sábia, a natureza nos fez bobocas, crédulos e pretensiosos. 


Bobocas por achar que nossa companheira nunca atingiu o orgasmo antes de nos conhecer. Crédulos ao interpretar gemidos como os melhores de sua vida. E pretensiosos por atribuir ao nosso pênis e à nossa performance erótica uma capacidade inédita de fazer de cada transa um acontecimento! Nada fere mais o homem que saber com quantos outros sua mulher já foi feliz na cama. Inseguro, ele recebe a confissão como mais uma ameaça à sua competência. 


E ela se agiganta por envolver rivais que ele não conhece e só pode imaginar como melhores. Mulher, inteligente emocional como é, só abre esse jogo como fantasia sexual. Sabe que somos seres que pensam com a cabeça de baixo. Nossa frágil autoestima agradece a desinformação nesse caso. Mulher esperta vai para a cama como se fosse a primeira vez. E homem esperto faz de conta que acredita.” 


Se você ainda não se convenceu, vamos em frente: mulher não é táxi, para ter quilometragem; isso é uma grande bobagem de uma sociedade machista e preconceituosa. Mas, como o machismo é como capim, nasce em tudo quanto é canto, e o preconceito esconde-se atrás de cada porta e cada janela, aprofundemos o tema, com o texto abaixo, que apresenta o ponto de vista não só dos homens, mas principalmente das próprias mulheres: 


QUILOMETRAGEM SEXUAL 

Por Sabrina Passos 


A lista de quantos homens você já foi para cama não é diretamente proporcional a beleza ou feiura do seu caráter. Longe disso. Ainda mais agora, em tempos de liberação sexual e igualdade entre os gêneros. Mas sim, ainda há um tabu enorme quando o assunto é quantidade! 


No caso das mulheres, quem é mais experiente corre infelizmente o risco de ser tachada de "rodada". Então, será que vale contar sobre seu passado sexual para o novo príncipe? E será mesmo que a "quilometragem" importa? 


"Racionalmente, não há necessidade de contar. O importante mesmo é desfrutar de um relacionamento de qualidade e guardar na lembrança o que foi bom do passado. Ficar contando, para montar currículo, é típico de adolescente, de quem inicia a vida sexual", aponta a terapeuta sexual Carla Cecarello. 



Os homens mais machistas preferem a negação. "Melhor não saber mesmo. Me sinto mal em saber que minha namorada já foi pra cama com outros caras. Prefiro não falar sobre o assunto", confessa Paulo Dias, de 29 anos. Os casais mais liberais falam sobre o assunto naturalmente e acham que o diálogo enriquece as experiências. "Eu sabia que ela não era virgem quando começamos. Logo, outros já tinham estado com ela. É legal dividir experiências, sem envergonhar o outro, claro", completa Ricardo Pires, de 35. Ele acha que criar situações embaraçosas é infantilidade. "Comentários pejorativos, que indiquem preconceito, não levam à nada, nem numa relação superficial", completa. "As pessoas têm experiências antes de passarem pela nossa vida e ponto final". 


Outros homens não se importam em assumir que queriam mesmo era casar com uma mulher virgem. Leonardo Silva, de 26 anos, é um deles. "Mas como sei que isso não existe, me conformo. E acho que não começaria um relacionamento sério se soubesse que a menina rodou demais", disse. Ele garante que apenas um número "muito alto" o faria mudar de ideia e desistir da menina. "Acho que mais de dez já é bastante", opina. 

Roberto Lopes, de 36 acredita que o homem apenas pergunte sobre isso quando já tem alguma intimidade. "Num primeiro momento, se tiver sentimento, acho que todo homem se importa. Mas depois releva e tenta não considerar", acredita. "Eu, particularmente, não ligo", garante. "Só não gosto de comparações e muito menos que fique lembrando as experiências anteriores". 


Mário Peixer, de 29 anos, afirma que é mentiroso o homem que diz que não quer saber sobre a "quilometragem" da mulher. Ele garante que se a menina não é da cidade e ele não conhece ninguém com quem ela já tenha transado, não há problema, mesmo se tiverem sido muitos. "Mas não namoraria uma menina que sei que dormiu com vários caras conhecidos, principalmente numa cidade pequena, como a que moro", admite. Para ele, se passou de duas dúzias, o número é alto. Mário admite ainda que exista preconceito com as mulheres mais "experientes", principalmente se essa experiência é pública. "Vejo muito homem comentando, falando sobre isso. Apontam a namorada de alguém e dizem que já transaram, só para aumentar a moral. Com mulher é bem mais complicado. O homem ainda é muito machista quando se trata de sexo", confessa. 


Carla concorda e diz que a cultura ainda é mesmo opressiva. "Se a mulher que tem muitos relacionamentos deixa isso público, pode sofrer consequências como não encontrar marido ou namorado e acabar mal falada. Ainda mais se a ‘experiência’ for numa cidade pequena, num grupo de amigos ou no ambiente de trabalho", afirma a terapeuta. Mas ela lembra ainda que as próprias mulheres são preconceituosas. "Se conhecem um homem que teve poucas namoradas, já questionam sua sexualidade. E é preciso lembrar que a maioria dos homens são educados e criados por mulheres. Somos nós, então, que alimentamos esse círculo vicioso que valoriza a virgindade e crítica a experiência", pondera. 


O melhor então é ter na mente que todo mundo tem passado - você e ele. E aprender a conviver de maneira civilizada com o que já passou, sem pudores, pode curar muita síndrome de posse. Vale apenas ficar de olho de que lado você quer ficar. Se contar vai melhorar a relação, bom para vocês dois. Mas, às vezes, o ditado ‘aquilo que os olhos não veem, o coração não sente’, pode evitar muita crise desnecessária. 


"A experiência é muito importante porque é através dela que a gente aprende a se questionar, a perceber o que é bom e o que precisa melhorar. Assim, acaba aprimorando o desempenho. Não precisa trocar de parceiro toda hora, mas é preciso considerar que múltiplas experiências têm um lado muito positivo", finaliza. 



Fonte: 


(Ilustrações de Erich von Gotha)

segunda-feira, 9 de julho de 2018

PARA MEXER COM SUA LIBIDO, UM “ANTES E DEPOIS” BASTANTE VARIADO – 3





A imaginação de quem se deixa fotografar vestido e, depois, despido não tem limites. Ainda bem. Podemos, assim, nos divertir e atiçar a nossa libido, com fotos bem variadas: 

1. Mocinhas bem bonitinhas, que parecem ninfetas, deliciosamente despudoradas: 





2. Mulheres mais velhas, que os americanos denominam MILFs (sigla que significa "Mother I'd like to Fuck", ou seja, "Mãe com quem eu gostaria de trepar"). Aquela mulher que já não é tão novinha, mas ainda é gostosa e atraente e desperta o desejo dos homens., atiçando a libido de muito jovenzinho tarado pela mãe do amiguinho, ou até mesmo pela avó do amiguinho... 






3. Aquela ruiva (que parecia falsa ruiva), mas que tem pelos ruivos também na boceta (o que, praticamente, autentica a sua “ruivice”): 




4. Sabe aquela vizinha japonesa, gostosa, mas muito séria e compenetrada, que você gostaria de ver peladinha? Pode ser uma destas: 



5. E aquelas quatro meninas do restaurante ou do bar que você frequenta, sempre tão sérias e tão competentes. São lindas e você gostaria de vê-las bem à vontade, na cozinha, depois do expediente: 



6. Claro, há também aqueles garotões que passam pela sua rua, frequentam sua academia ou são seus colegas de trabalho. Se são bonitos e gostosos vestidos, que tal pensar neles nuinhos e até de pau duro?








7. E a surpresa de encontrar sob as roupas daquela gostosa uma boceta bem peluda? Claro que muita gente curte pelos pubianos! 







8. Porque está grávida, uma mulher não deixa de ser mulher e ser desejada. Por isso, esse “antes e depois” é mesmo muito especial: