segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

PARA MEXER COM SUA LIBIDO, UM “ANTES E DEPOIS” BASTANTE VARIADO - 1





A brincadeira de retratar uma pessoa vestida e, depois, despida começou com Goya e suas duas Majas, como já brinquei aqui. E vamos continuar com a brincadeira, já que é divertida e bastante sensual. Hoje, apresentamos uma série de fotos de pessoas (mulheres, homens etc. – atenção para o etc!) devidamente vestidas e devidamente peladas, mas variando a situação. Então, vamos lá? 


1. Garotas comuns, bem comuns: 





2. Homens comuns, bem comuns, ou não? 





3. Casais heterossexuais: 




4. E agora, que tal três loirinhas bem desinibidas? 





5. E, para variar um pouco, uma gordinha sexy em oito poses... Que tal? 



6. Ou três caras engraçados, na sua falta de graça em ficar pelados... 



7. Uma ruiva, uma loira e uma morena, todas muito lindas, tipo modelo, em quatro poses... 


8. São muito interessantes, também, quando elas fazem as poses vestidas e despidas são idênticas, ou quase idênticas: 





9. E, para encerrar, por hoje, que tal nos lembrarmos das noivinhas desinibidas, prontas para o amor, depois de despido o lindo vestido de casamento? 






segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

HOMENS QUE TRANSAM COM OUTROS HOMENS... E DIZEM QUE NÃO SÃO GAYS – 2: POR QUE ELES FAZEM ISSO?





Sim, você leu certo: homens que fazem sexo com outros homens e não são homossexuais. É mais habitual do que se pode imaginar. E é bem simples: um homem heterossexual conhece outro (num bar, numa rede social, tanto faz) e eles decidem fazer alguma brincadeira sexual. E, como se não bastasse, gostam. Depois, cada um segue com sua vida perfeitamente hétero, sem que o encontro os faça duvidar da sua orientação. O que leva alguns homens a essas práticas? E por que é incorreto catalogá-los como gays?


Hoje em dia, a aceitação da diversidade sexual é muito maior do que no passado. “À medida que há uma maior tolerância, todos saímos um pouquinho dos nossos armários”, argumenta o psicólogo, psicoterapeuta e sexólogo espanhol Joan Vílchez. “Homens que não chegam a se sentir muito satisfeitos sexualmente podem ter a chance de manter relações com outras mulheres, com um homem, ou de experimentar certas práticas que em outros tempos eram mais censuradas.” Para Juan Macías, psicólogo especializado em terapias sexuais e de casal, “conceitos como heteroflexível ou heterocurioso estão permitindo aos homens explorar sua sexualidade sem a necessidade de questionar sua identidade como heterossexuais”. Por outro lado, a Internet facilita o contato, que pode ser virtual ou físico.


Os especialistas acham isso a coisa mais natural do mundo, pois partem da premissa de que uma coisa é a orientação sexual de um indivíduo, e outra as práticas que ele realiza. “A orientação sexual”, explica Macías, “é construída socialmente, são categorias rígidas e excludentes, com implicações que afetam a identidade individual e social”. Forçosamente, alguém precisa se encaixar em alguma destas três classificações: heterossexual, homossexual ou bissexual. Por outro lado, “a prática sexual é mais flexível e mais livre, é um conceito descritivo. Um espaço tremendamente saudável na exploração do desejo se abre quando a pessoa se liberta da identificação com uma orientação sexual”, diz Macías.


Isso é tão natural que vem de longe. Na Roma antiga, não era raro que um homem comprometido com uma mulher mantivesse um amante. Por não falar do que acontecia nos bacanais. E jovens de todas as épocas recorreram a passatempos com uma conotação sexual difusa. “Na adolescência é bastante comum que haja jogos de certa forma associados aos genitais: ver quem urina mais longe, ver quem tem o maior, existem toques…”, diz Vílchez. “Não deixam de ser incursões homossexuais, mas ainda prepondera o modelo heterossexual, e acontecem a partir da transgressão própria da juventude”, observa o psicólogo.


Em 2006, um estudo sobre a discordância entre comportamento sexual e identidade sexual realizado por pesquisadores da Universidade de Nova York revelou que 131 homens, de um total de 2.898 entrevistados, admitiram ter relações com homens apesar de se definirem como heterossexuais. Pelos cálculos dos especialistas, esse grupo representa 3,5% da população. Há anos, os médicos empregam a sigla HSH para se referir ao conjunto dos homens (héteros ou gays) que fazem sexo com outros homens. Mas, recentemente, aflorou outro acrônimo mais preciso para definir esse grupo: SMSM (“straight men who have sex with other men”, ou homens heterossexuais que fazem sexo com outros homens). Sites como o Straightguise.com se dedicam ao tema.


Em julho, saiu os EUA o livro Not Gay: Sex Between White Straight Men (“Não gay: sexo entre homens brancos heterossexuais”), em que a professora Jane Ward, da Universidade da Califórnia, fazia a seguinte colocação: uma garota hétero pode beijar outra garota, pode gostar disso, e mesmo assim continua sendo considerada hétero; seu namorado pode inclusive estimulá-la a isso. Mas e os rapazes? Eles podem experimentar essa fluidez sexual? Ou beijar outro garoto significa que são gays? A autora acredita que estamos diante de um novo modelo de heterossexualidade que não se define como o oposto ou a ausência da homossexualidade. “A educação dos homens tem sido bastante homofóbica. Fizeram-nos acreditar que é antinatural ter esses impulsos por outros homens”, explica Vílchez.


As motivações, logicamente, são múltiplas. O perfil mais difundido é o do explorador sexual, que gosta de provar coisas novas. “Experimentar uma relação homossexual é uma novidade para ele e, mesmo que ele goste, não podemos dizer que seja homossexual, e sim que goste dessa prática”, diz o médico de família e sexólogo Pedro Villegas. Vílchez compartilha dessa ideia. “A bissexualidade está muito na moda, e na verdade somos todos bissexuais: se você fechar os olhos, dificilmente conseguiria identificar quem está lhe acariciando, se é um homem ou uma mulher. Não há um homem que seja 100% homossexual, nem 100% heterossexual”, sentencia.


Outra das causas é um desencanto com as mulheres, frequente depois de alguns rompimentos conjugais. Vílchez explica: “Quando um casal heterossexual está em crise, é habitual que alguns homens sintam que não se entendem com as mulheres, que são incapazes de se dar bem com elas, e é como se olhassem para o outro lado. Acontece uma espécie de regressão, volta-se a um estágio anterior no qual os homens se sentiam bem juntos, como na adolescência. Em muitos casos é uma necessidade mais afetiva do que realmente sexual”.


De fato, para esse especialista, essas relações eróticas às vezes escondem uma necessidade de afeto que o homem não está acostumado a expressar. “Nos homens há muita tendência à genitalização. Entre a cabeça e os genitais há o coração, que representa os sentimentos, e os intestinos, que simbolizam os comportamentos mais viscerais e as emoções mais intensas, e é como se os homens tivessem aprendido a fazer um desvio: passamos da cabeça diretamente para os genitais, sem viver plenamente as emoções. No caso das mulheres, por tanta repressão da sua sexualidade e por medo da gravidez, acontece o contrário: elas têm muita dificuldade de genitalizar. Para um homem às vezes é mais fácil fazer isso do que expressar emoções mais sutis ou dizer a outro homem: ‘É que me sinto inseguro, tenho medo, sinto-me frágil, não sei o que quero’.”


Entre os homens héteros que vão para a cama com outros homens também há muitos narcisistas. “É aquele sujeito que gosta que prestem atenção nele. Acontece muito nas academias de ginástica: ele gosta de despertar admiração, e não se importa se isso provém de homens ou mulheres”, aponta Eugenio López, também psicólogo e sexólogo. Outros simplesmente têm vontade de transar e recorrem a inferninhos gays, porque acham que lá será mais fácil.


Há homens heterossexuais que se envolvem com homens porque gostam; outros, por falta de alternativas – pensemos nos que são privados do contato com mulheres por períodos prolongados (será que eram mesmo gays os caubóis de O Segredo de Brokeback Mountain?). “O ser humano se rege por seus pensamentos”, argumenta López. “E, se ele acreditar que está perdendo sua sexualidade pela falta de uma mulher, pode reafirmá-la com outro homem. Costuma começar com um simples roçar.”


Alguns desses neo-heterossexuais podem ter sentido impulsos desse tipo no passado, mas sem se atreverem a dar o passo. “Aí vêm as circunstâncias da vida que colocam isso de bandeja e eles decidem viver a experiência, mas isso gera um conflito para eles, porque por um lado lhes proporciona prazer, mas por outro ameaça um pouco seu status e sua imagem: ‘Sou ou não sou?’, perguntam-se”, comenta Vílchez. Também podem ficar confusos aqueles que chegam ao SMSM pela carência de uma figura paterna positiva na sua infância: “Às vezes, para reforçar sua masculinidade, integram-se a atividades ‘de homens’ (futebol, musculação) ou têm contatos sexuais com outros homens, mas o que procuram é sobretudo compreensão e carinho”, acrescenta. Os psicólogos são unânimes em dizer que sua intervenção é dispensável quando essas experiências não provocam um conflito no indivíduo. “Se não estão incomodados, não há nada para tratar”, conclui Villegas.




Fonte:

MIGUEL ÁNGEL BARGUEÑO

28 AGO 2015

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

MASTURBAÇÃO NÃO É VÍCIO, NEM É OU PRECISA SER SOLITÁRIA





Não adianta esperar que o outro te dê prazer ou te leve às alturas. Você precisa conhecer o caminho para chegar lá. A forma de conhecer esse caminho é aprendendo a conhecer seu corpo, seus desejos, seus pontos de excitabilidade; onde você gosta de ser suavemente tocada(o), onde gosta de uma pegada mais tensa, onde não gosta de toques, e por aí vai. Por isso, a importância da masturbação ou autoerotismo.


Mas, há uma modalidade de masturbação (se podemos falar assim) que poucos utilizam: é a masturbação mútua ou recíproca ou, simplesmente, masturbar-se junto com o parceiro, com inúmeras possibilidades de trocas e brincadeiras que aprofundam a intimidade, abrindo um novo caminho para o erotismo.




CASAIS QUE PRATICAM MASTURBAÇÃO MÚTUA 

OBTÊM MAIS INTIMIDADE NA TRANSA

Arlete Gavranic



Quando se está junto de um (a) parceiro(a) não é para transar? Masturbação não é para quem está sozinho? Os relacionamentos sexuais que apresentam maior intimidade são aqueles onde os casais, além da possibilidade do sexo/penetração, praticam a masturbação mutua. É nessa vivência que muitas aprendizagens importantes e prazerosas na relação acontecem:


• Um mostra e ensina ao outro onde gosta de ser tocado. Não adianta se fixar em pontos do corpo que você não curte. Reclamar que ele(a) faz sempre a mesma coisa, segue um mapa sempre igual não resolve. Mostre para ele(a) onde você sente mais tesão.


• Mostre ou diga como você gosta de ser tocada, a velocidade e intensidade do toque... Além dele ver, você pode pegar a mão dele e ensinar como fazer. Essa é uma atitude que facilita muito: as mulheres ensinarem aos homens como tocar seus mamilos e clitóris. Não adianta só reclamar que ‘eles apertam como se fosse campainha’. Mostre como você gosta: movimentos circulares ao redor do clitóris, pressão, etc.


• Os homens têm a possibilidade de mostrar para suas parceiras como gostam que seja tocado o saco escrotal, o pênis; mostre a pressão de toque que o estimula quando ela toca ou segura seu pênis. Muitos reclamam de mão mole, outros que elas estrangulam. Sinalize se você gosta ou não de outras carícias corporais.


• Essa exposição dá um caráter extremamente sedutor e sensual à relação. Estimula um erotismo que envolve o casal e desperta ainda mais desejo, aprofunda a intimidade sem a preocupação primeira de penetrar, baixa a ansiedade e tensão de desempenho dos mais ansiosos por mostrar serviço, o que facilita a vivência de novos caminhos de prazer. Enfim, uma possibilidade a mais de se explorar o corpo em busca de carícias e do tesão a dois.


A MASTURBAÇÃO MÚTUA OU RECÍPROCA 

É UMA FORMA DE SEXO NÃO PENETRATIVO


Sexo não penetrativo é uma atividade sexual sem penetração vaginal, anal e oral, como, por exemplo, a prática conhecida como “espanhola”, em que o homem fricciona o pênis entre os seios da mulher. Não há intenção da troca de fluidos corporais, sendo considerada uma prática de sexo seguro assim como de contracepção. Esta atividade sexual pode servir como uma preparação, uma preliminar, para a relação sexual propriamente dita.


Mas, ao se masturbarem, os parceiros podem variar ao infinito os jogos de toques e posições, em busca do prazer mútuo, até mesmo finalizando com sexo oral ou penetração. Mas isso fica por conta do grau de excitação ou do momento. Vamos a algumas possibilidades.


· Tanto entre parceiros heterossexuais quanto homossexuais, pode-se apenas masturbar-se sem que um toque o outro, apenas observando, trocando olhares, suspiros e, principalmente, trocando o tesão de um pelo outro:




· Pode um parceiro masturbar um ao outro, buscando-se, neste caso, a melhor posição para o alcance das mãos no sexo oposto. É algo bastante prazeroso, de conhecimento do corpo e das reações do parceiro ou da parceira: 




 · Também é um carinho delicioso se um dos dois ou uma das duas masturbar o companheiro ou companheira, enquanto se masturba:


· Ou, ainda, enquanto um masturba o outro, aquele que é estimulado com as mãos busca uma posição em que possa fazer sexo oral no companheiro ou na companheira:




Enfim, o segredo de uma prazerosa masturbação mútua está na reciprocidade entre os parceiros. É preciso haver concentração e controle para que ambos obtenham prazer, não necessariamente orgasmo, através de carícias e estímulos mútuos, não só genitais, mas também em outras partes do corpo, e muito companheirismo, para dividir o tesão.




Fontes: