domingo, 28 de outubro de 2018

ATÉ BREVE, TALVEZ...







Este blog tem centenas de textos. Milhares de fotografias. Poemas. Contos. Reportagens. Tudo sobre sexo. Com uma única finalidade: desmitificar o sexo. Desmistificar práticas sexuais. Mostrar a todos que sexo consensual é bom, é necessário. É prazeroso. Não inventaram ainda coisa melhor do que sexo. E precisamos aprender a fazer sexo. Ou seja, descobrir coisas novas. Educar nossa mente, nosso corpo, nossa libido. Para que o prazer sexual flua entre os parceiros sem preconceitos, sem quaisquer inibições. 

Acho que cumprimos ou estamos cumprindo razoavelmente esta missão: a de educação erótica de nossos leitores e leitoras. 



No entanto... 



Uma onda de moralismo tem vindo como um tsunami. Registro aqui: de 4.500 a 5.000 acessos diários, este blog tem hoje menos, às vezes, de MIL ACESSOS. E a audiência vem caindo. 



E mais: a onda de moralismo chega ao clímax neste dia 28 de outubro de 2018. 



Não tenho bola de cristal, mas não prevejo tempos melhores. 



Então, melhor ficar por aqui. Ainda teria muito que mostrar, que publicar. Ainda teria muito com que me divertir: sim, cada post que publico é uma diversão que compartilho com meus leitores e minhas leitoras. 



Não dou adeus. Espero que possa ainda voltar um dia. Mas... fascismo, moralismo, meus amigos e minhas amigas, são broxantes. Broxei. 



Quando o viagra da democracia reerguer meu ânimo, talvez eu volte. 

Obrigado. Muito obrigado a todos.



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

MULHER NÃO GOSTA DE VER NUDEZ E CENAS DE SEXO! SERÁ VERDADE?





Essa história de que as mulheres não apreciam a nudez ou não gostam de assistir a filmes de sacanagem, de sexo explícito, ganha mais um capítulo, com a visão da blogueira cujo texto publicamos abaixo. A discussão não termina aí, mas, como falar de sexo, discutir sexo, ver sexo ou não ver sexo é sempre motivo para conhecermos um pouco mais a libido humana e, então, ganharmos mais alguns pontos em nossa trajetória de educação erótica e sexual, vamos continuar discutindo, vamos continuar falando e, acima de tudo, vamos continuar enaltecendo as delícias do sexo. Divirta-se, concordando ou não, com o texto e as belas imagens escolhidas especialmente para as mulheres, mas que eu sei que muitos homens gostam também, sendo ou não homossexuais: 



Mulheres também gostam de olhar 

Francesinha 



Todo mundo já ouviu ou leu alguma vez na vida a teoria de que as mulheres são mais auditivas, às vezes até olfativas, enquanto os homens são mais visuais. Incrivelmente essa falácia continua se propagando até os dias de hoje. 



Nem gosto dessa história de dividir preferências por gênero, mas esse é um mito tão enraizado que merece ser combatido. As mulheres também sentem prazer em olhar imagens eróticas, corpos despidos e sacanagens diversas. O sentido da visão tem conexão direta com a excitação, mais do que algumas ainda recatadas e pouco acostumadas a esse estímulo podem imaginar. 



Seria melhor ela apagar a luz e te achar pelo tato, cheiro ou deixar tudo aceso e te olhar desse jeito? 


Admirar a beleza de um pênis ereto é um ato de libertação. Já se deparar com uma cueca furada é um corta-tesão maior do que muitos homens supõem. 



Mas de onde surgiu essa balela? 



Parte da resposta está em um dos estudos do doutor Kinsey, figura importantíssima na área de sexualidade humana, que infelizmente deu umas pisadas de bola nos seus métodos de pesquisa, contestados atualmente por outros investigadores do assunto. 


Em um estudo de 1953, Kinsey publicou que as mulheres não reagiam tanto quanto os homens ao ver imagens eróticas. O problema é que as entrevistadas respondiam por escrito se estavam ou não excitadas com o que viam. E existe uma grande diferença entre o que as pessoas sentem e o que dizem que sentem. Essa foi uma das fontes que contribuiu para o mito de que as mulheres não são visuais. 

Valores históricos culturais também não ajudaram a derrubar essa crença. As meninas nunca foram muito estimuladas a apreciar a beleza do corpo masculino. Pornografia sempre foi coisa de homem. Para a imaginação feminina, sobraram os romances e filmes água-com-açúcar. Em um contexto machista desses, como saber que os olhos também são uma janela para o prazer? 



Felizmente, com a internet e o acesso discreto a putarias e estímulos eróticos para os mais variados olhares, muitas mulheres estão descobrindo outras potencialidades da visão. 


A ciência também tem avançado em estudos que contrariam a (in)sabedoria popular. Em uma pesquisa da Washington University, a partir da atividade das ondas cerebrais, a resposta elétrica das mulheres (medidas pelos eletrodos) quando expostas a imagens eróticas foi tão forte quanto a dos homens, contrariando até a expectativa dos próprios cientistas que esperavam reações menos intensas, com base na velha premissa de que a macharada é mais visual. 



Mentira, cara! Elas adoram olhar. 


Apesar dos avanços e de toda a emancipação feminina conquistada, a caixa de entrada do meu e-mail continua vazia de fotos de homens pelados e carente de novidades do mundo da sacanagem. Minhas amigas não compartilham esse tipo de conteúdo. Também ainda existem poucos sites e publicações com nu, erotismo e pornografia direcionados ao público feminino em comparação ao universo masculino. 



Por ainda exercitar pouco o olhar, talvez as mulheres não tenham desenvolvido o hábito ou o prazer de consumir esses conteúdos. Várias iniciativas nesse setor, infelizmente, fracassaram. Lá pelos anos 2000, existiu no Brasil uma revista chamada Íntima & Pessoal, que trazia ensaios com homens nus. Até alguns famosos participaram, como o ator Humberto Martins, com seu peru livre, leve e solto. 



Quando a publicação tentou dar um passo além, mostrando uma ereção, as próprias leitoras chiaram e mais uma vez o velho clichê de que as mulheres só gostam de ver imagens sensuais, sem nudez explícita, prevaleceu e a revista voltou atrás, focando em bumbuns, ombros e peitos. 


A Íntima teve vida curta e logo saiu de circulação. 


A norte-americana Playgirl, uma das pioneiras, fundada em 1973, não é mais impressa desde 2010, mantém apenas um site no ar. De qualquer forma, o público da revista sempre foi predominantemente gay, reforçando o estereótipo de que mulher não curte peladões. 



Até a revista inglesa Filament, que surgiu em 2009 com um projeto super bacana, voltado especificamente para o olhar feminino, com fotógrafas e editoras mulheres, para trazer um material que realmente apetecesse a mulherada, saiu de cena em 2011. Antes disso, a Filament, que também combate a ideia de que mulheres não são visuais, protagonizou uma campanha pelo direito de exibir um pau duro em suas páginas. 



As gráficas se recusaram a imprimir o exemplar da revista que traria um pênis em seu estado de máximo vigor. Com ajuda das leitoras, a Filament conseguiu executar a proeza e levantar um debate acalorado sobre o tema nos jornais britânicos. Mesmo depois de todo esse esforço, a publicação interrompeu suas atividades, segundo a explicação do editor no site, por motivos pessoais e não pela inviabilidade comercial do projeto. 


"larga a mão de ser puritano, homem! 
Mostre o pau pra sua mulher! Deixa ela ver paus, ué" 

É difícil acreditar que em pleno século 21, com bucetas e peitos expostos por toda parte, um membro masculino em estado de alerta cause tanto alvoroço. Mas a verdade é que muitas mulheres não se sentem confortáveis para admirar uma ereção. 



O corpo masculino em sua plenitude e beleza ainda permanece como tabu. Eu mesma, apesar de toda safadeza conquistada ao longo dos anos com muito suor, demorei para conseguir encarar um pau. Até essa palavra era incômoda para mim e só saiu dos meus lábios depois de muito tempo de prática. 


Nos primórdios da minha vida sexual, não ousava descer os olhos até o dito-cujo. Como uma cega inábil, ficava tateando até tocá-lo. Quando comecei a me desenvolver na arte do boquete, fechava os olhos. Foi um trabalho árduo aprender a contemplar e admirar um pau em toda sua anatomia antigravidade, com seus sulcos, suas veias saltadas, cores e texturas variadas. 



As mulheres que mantêm os olhos fechados ou as luzes apagadas não imaginam quantas sensações estão desperdiçando. A excitação é um processo complexo e particular que envolve múltiplos sentidos, em diferentes graus de importância para cada pessoa e até para cada momento. Não quero supervalorizar a visão, entretanto negligenciá-la é fechar uma porta importante. 



Os homens já estão naturalmente mais treinados no uso deste sentido e podem ajudar as mulheres a explorar melhor as potencialidades do olhar. Talvez aprendendo a admirar outros corpos e outras cenas, finalmente, as mulheres entendam o valor de uma Playboy e o gosto dos homens pela pornografia. 


É um ganha-ganha. 



O estímulo pela visão ajuda (e muito) a incitar a libido, a aumentar a vontade por sexo. É um antídoto poderoso contra a falta de tesão. 



O problema é que o olhar feminino tem seus próprios caminhos para a excitação e ainda há, depois das tentativas frustradas do passado recente, pouco conteúdo criado especificamente para agradá-lo. Mas esse cenário está começando a mudar. 


"Então tu não gosta que tua mulher veja qualquer pinto? Então você não vai gostar do que ela pode ver clicando no link dessa foto" 



Já existem até cineastas fazendo pornôs para mulheres. Quanto mais a mulherada descobrir como é bom gozar também com os olhos, mais opções irão surgir. Enquanto isso resta às mulheres experimentar, exercitar o olhar livremente, descobrir a ligação entre a visão e o prazer, perceber o que uma imagem é capaz de despertar. 


Admirar a bunda de homem já é alguma coisa, mas é possível ir além, muito além, derrubar velhos estereótipos que até a ciência está refutando para desfrutar plenamente da capacidade visual erótica que existe em toda mulher. 



De olhos bem abertos é ainda mais gostoso. 





Francesinha é uma mulher que gosta de falar e escrever sobre sexo. Também adora contar suas experiências e aventuras. Depois que descobriu a masturbação, aos 19 anos, nunca mais parou. Para estimular a libido feminina, criou o blog Para Pensar em Sexo, que traz artigos, imagens e contos eróticos para ajudar a mulherada a aumentar a quantidade de pensamentos-em-sexo-por-minuto. 





segunda-feira, 15 de outubro de 2018

VAMOS FALAR – DE NOVO! – DE CIÚMES?





Já se disseram muitas bobagens românticas sobre o ciúme. Até mesmo que ele é o perfume do amor. Esqueça. Encare a vida moderna – a sua vida – como ela é: uma sociedade que é ou devia ser bem, mas muito bem mais tolerante com relação à diferença de gênero. 



Uma sociedade que devia – e muito! – relativizar ou, melhor, deixar de meter o bedelho na vida sexual das pessoas. Todo mundo trepa, trepou ou trepará. E se não o fez ou não o fizer, é também um problema pessoal. Já entre um homem e uma mulher, para ficarmos no mais comum dos relacionamentos, o respeito deve estar acima de qualquer outro sentimento.



E esse RESPEITO – recíproco, claro – inclui de forma bastante enfática o fato de que o homem deve abandonar de vez preceitos, ideias e convicções machistas e aceitar o passado de sua companheira. Esse negócio de ciúme do passado é coisa que só leva a desgraças e a infelicidades. Por isso, meu amigo machão, o post de hoje é dedicado a você (mas as mulheres e, por que não, também gays, lésbicas etc., ou seja, todo mundo que se relaciona com alguém também deve ler e tirar suas conclusões): uma crônica de um jornalista antenado que gosta de dar pitacos na vida das pessoas – bons pitacos, pelo jeito:



SUA MULHER JÁ DEU PARA OUTRO(S) CARA(S) 

(E VOCÊ NÃO TEM NADA A VER COM ISSO)

POR LEONARDO FILOMENO



Se você não foi o primeiro relacionamento que sua garota teve na vida, preciso falar para você uma verdade: Sua mulher já deu para outro(s) cara(s) (e você não tem nada a ver com isso!). 



Ciúmes é culpa sua, não dela. Eu sei, é difícil de assimilar esta informação assim, de supetão. Não adianta ficar bravo, bancar o justiceiro, querer tirar satisfação com ela, pedindo a lista com os nomes dos caras que a ‘desonraram’. Só vai fazer ela passar raiva e você, vergonha.


Você já é grande o suficiente para entender as coisas. Sim, provavelmente ela tenha mentido ou omitido de você estas e outras informações. Não queria deixá-lo magoado, não queria reduzir seu ego a pó. Você já chegou a pensar que, assim como você teve direito a noites de farras homéricas, com bebedeiras, acordar com ilustres desconhecidas na cama, ela poderia ser uma dessas acompanhantes, só que ao lado de outro cara? 


Puteiros e casas de suingue podem ser aventuras legais para ir com os bróders e amigas. Mas, quem disse que ela não poderia ser uma dessas amigas de alguém? Sexo oral, anal, posições mais inusitadas do Kama Sutra, transar na balada, na rua ou em lugares dos mais inóspitos. Tem certeza que só você havia pensado e botado tudo isso em prática? 



É difícil saber que ela pode ter sido chamada de ‘cachorra’, ‘putinha’ e ‘vadia’ por alguém. Posso estar sendo duro demais neste momento, mas garanto que, no fim das contas, isto te fará um cara melhor. 



Tudo isso que te falei é para você repensar aquele machismo escroto que impõe que ‘nossas mulheres’ foram, são e serão sempre santas. As outras é que são vagabundas. As pessoas são feitas de histórias e sua garota tem muitas que ficarão na memória (e outras que até ela gostaria de esquecer). Em comum com tudo isso, o fato de você não ter participado de nenhuma delas. 



Agora, se você pensa que ela está com você porque te desejou desde o primeiro momento e você foi o cara que melhor transou com ela na vida, não esteja tão certo disso. Muitas vezes você foi a terceira ou quarta opção, aquela que ela nem queria levar para a frente, mas por falta de coisa melhor, ‘foi tu mesmo’. Assim como você já fez. Mas ela te conheceu, se apaixonou e decidiu largar tudo para ficar com você. 


E, convenhamos, basta ver o mundo lá fora, trocar ideia com pessoas, conferir alguns filmes que você vai saber que pode não ser tudo isso que pensa. Às vezes, o sexo entre vocês nem é tão bom assim, é burocrático e você tem consciência disso, só não quer assumir. Para a mulher, a performance sexual pode não ser o fundamental. Para uma relação saudável, também não é!



Não perca seu tempo (nem o dela), perguntando se o seu pau era melhor e maior. Provavelmente ela vá dissimular, inventar qualquer coisa para agraciar seu ego, mas com grandes chances de ser uma inverdade. Da mesma forma que você já conheceu e transou com várias garotas, apaixonou-se por quem não te dava bola, foi disque pizza de outras, teve algumas que poderia ligar sempre que quisesse fazer sexo, sua mina, provavelmente, passou por tudo isso, só que do lado oposto e com outras pessoas. 



O passado de alguém é algo que muitas vezes só interessa à pessoa. Questioná-lo, julgá-lo ou mesmo querer aprofundar-se no tema não vai fazer seu relacionamento melhorar, muito pelo contrário. Esse é o tipo de verdade e sinceridade que não vale levar para frente. Guarde seus relacionamentos anteriores consigo e não procure conhecer os da sua mulher. 


Já conheci garotas que namoraram pela primeira vez e traíram, já vi conhecidos namorando com as mais fiéis e parceiras garotas de programa. Muito mais do que as convenções sociais, o importante é o respeito e o sentimento que você tem com ela e ela com você. Não pergunte, não questione, não compare. É irrelevante saber quantos caras sua mulher conheceu, não importa se eles foram maiores e melhores do que você. 



Se ela está com você e te respeita, isto sim é o que basta. Pois, assim como você, para chegar até aqui, ela teve que errar e acertar muitas vezes. E, quem foi que disse que você pode ser o fim dessa trajetória? PS: Se for para dar um conselho pra você, digo: só faça valer a pena e não seja mais um cara escroto na vida dela!



Fonte:




segunda-feira, 8 de outubro de 2018

SEXO NA REDE... DE NOVO?



Sexo na rede de dormir é muito bom. E já falamos disso numa publicação anterior. Mas, agora, não se trata da rede de descanso, ou de dormir, e sim da rede de computadores. E fazer sexo pelo computador tem sido uma saída meio atroz – já que depende da imaginação e da confiança da troca de mensagens e imagens entre os “contendores” – para aqueles que, ou são tímidos demais para a cantada ao vivo, ou são saidinhos demais para se satisfazerem com trocas de mensagens eróticas com pessoas conhecidas ou desconhecidas. 



Mas, como o sexo através da rede de computadores está cada dia mais, digamos, popular, vamos encará-lo como mais um fetiche, um fetiche moderno e com regras próprias, embora essas regras sejam bastante moldáveis aos desejos e aos interesses dos participantes. Como, no entanto, não queremos invadir a privacidade de ninguém, vamos exemplificar o sexo via computador com uma deliciosa crônica do jornalista Gustavo Lacombe, na qual a ficção está mais para a realidade do que a realidade está para a ficção, se é que me entendem. Bem, divirtam-se (fontes no final): 



Fetiche 



Gustavo Lacombe 


Ele sempre vinha com um papinho de que iria fazer isso, fazer aquilo e eu ria. Ria de nervoso certas vezes por gostar e, noutras, por querer retrucar todas aquelas palavras, mas me segurava. Até que um dia eu não me aguentei com as mensagens. Ele me mandou um “você sabe o que vai fazer comigo da próxima vez que a gente se encontrar?” e respondi “sei”. 


Ele se ajeitou na cadeira e mandou um “fala”. E eu digitei com calma. 


“Tenho vontade de te jogar na cama e fazer um strip pra você. Pode ser meio brega e eu sei que vou ter que perder minha timidez, mas vou tomar umas doses de tequila e ligar uma música bem safada pra fazer isso. Você tá me devendo assistir aquele filme pornô pra gente imitar algumas coisas, então acho que já vou estar pensando em várias posições. 



Só que antes disso vou rebolar devagar no seu pau duro que vai latejar por debaixo da roupa. Você vai querer botar a mão em mim, mas eu não vou deixar. Tira a mão de mim, vou dizer com ar de autoridade. E quando você parecer querer estourar a calça, vou pôr pra fora tua ereção e te fazer um oral gostoso. 



Um boquete, como a gente propriamente diz. 



Sei que vou ouvir você gemendo e não duvide do quanto eu me excito em ouvir você gemer. Amo. Você me pega pelo cabelo, me faz subir e descer devagar e eu juro que engasgo algumas vezes, mas nada de demais. Adoro seu tamanho. E não falo isso pra elevar sua autoestima. A gente se encaixa de um jeito que um centímetro a mais me machucaria. Um a menos não me faria tão satisfeita. 



Se eu tivesse pedido por um pau, teria sido exatamente pelo seu. 



E quando você não aguentar mais ser chupado, vou sentar com vontade e te fazer gozar tão rápido que você vai ficar puto, querendo compensar numa segunda vez só porque não se contenta com aquela gozada meio precoce. Não foi precoce, fui eu quem te estimulei. Fui eu quem te fez gozar. E aí, com você querendo me pegar de maneira nervosa, me dar aquele tapa bem dado na bunda e me botar de quatro, vou rir e dizer ‘tá vendo, era isso que eu queria fazer’. 



Só isso. Só pra começar a nossa noite”. 



Ele só respondeu “onde você tá agora? rs”. 


Tava molhada, esperando pra fazer tudo aquilo virar realidade. 



Fonte: