segunda-feira, 10 de abril de 2017

GORDINHAS, SIM... E DAÍ?



(Foto de Leonard Nimoy)

Somos frutos de nossa época. E nossa época – final do século XX, início do século XXI – tem-nos imposto o padrão de mulheres esguias, poucos seios, bundas diminutas. Ou, pelo menos, tentado. Já que esse padrão é utópico para o cidadão comum. Só ocorre, mesmo, nas passarelas, à custa de muito sacrifício das modelos. Já o brasileiro comum prefere, quase sempre, as mulheres ditas gostosonas, bundas grandes.

(Foto de Leonard Nimoy)

No entanto, quebremos também esse padrão: vamos dar a vez às gordinhas. Àquelas cujos corpos espalham-se além dos vestidos, além das camas, além da nossa imaginação. Por que não? São mulheres e merecem nosso respeito. É o tal caso, se não gosta de jiló, não coma jiló. E as mulheres mais gordinhas, ou fora do padrão não são jiló e apetecem, sim, a muitos. Assim, deixemos correr nossa libido por corpos mais redondos e formas mais impolutas. Com vocês, as gordinhas da fotógrafa Julia Fullerton-Batten:




















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