segunda-feira, 24 de abril de 2017

EMPATIA É ARMA CONTRA O PRECONCEITO





Fiquei com muitas dúvidas se deveria publicar a matéria abaixo, porque achava que poderia “encher a bola” de algumas seitas que pregam abertamente o preconceito contra gays, principalmente. Acabei percebendo que o depoimento é mais importante do que isso. Se ajudar a que pessoas percebam que o preconceito – seja ele qual for – pode ser combatido com o colocar-se no lugar do outro, talvez tenha valido a pena publicar o texto. Enfim, que cada um tenha a sua religião – não é problema desse blog. O problema do blog é combater qualquer tipo de preconceito, principalmente os relacionados às questões sexuais ou ao erotismo, seja contra o público GLBT e todas as suas siglas, seja contra a nudez, seja contra corpos “fora do padrão”... Enfim, leia, pense, sinta o problema e... divirta-se com as ilustrações, que, afinal, até com assunto “sério” se pode ter tesão, já que convoquei dois ilustradores do primeiro time – Ed Cervone e Tom of Finland.



POR QUE UM CRISTÃO HETEROSSEXUAL 

FINGIU SER GAY POR UM ANO?

Daiana Geremias



Timothy Kurek nasceu e cresceu em uma família cristã evangélica. Estudou em escolas cristãs e se graduou em uma universidade considerada conservadora. Heterossexual, Kurek tinha uma opinião muito bem formada a respeito da homossexualidade: para ele, a relação entre pessoas do mesmo sexo tinha origem pecaminosa e isso poderia ser curado com a ajuda da igreja.


Em 2008, porém, uma situação específica fez com que Kurek tivesse uma epifania que mudou sua vida e, especialmente, a forma como enxerga as questões de sexualidade e gênero. Em uma noite desse ano, ele estava se divertindo com um grupo de amigos em um karaokê e conversava com uma jovem que tinha acabado de conhecer, a Liz.


A certa altura da conversa, Liz perguntou ao novo amigo: “Como é possível que você seja cristão?”. Antes de Kurek elaborar qualquer resposta, a jovem começou a contar a sua história. Lésbica, ela estava vivendo um momento particularmente difícil, que foi a rejeição da própria família, também cristã, ao saber sobre sua orientação sexual.


O pai de Liz a deserdou assim que soube de sua orientação sexual e disse que não poderia dar suporte a uma filha lésbica. A mãe falou que ela só poderia voltar para casa quando tivesse “curada”. Ao ouvir a história da jovem que, a essa altura, chorava nos ombros de Kurek, tudo o que ele pensava era em encontrar uma forma de curar a homossexualidade da moça. Para ele, esse era o seu papel como cristão: ler para ela os seis trechos da Bíblia que condenam as relações homossexuais.


Antes de começar a falar alguma coisa a respeito da tal cura, Liz acabou indo embora e Kurek teve uma espécie de epifania: de repente, ele percebeu que talvez seu papel como cristão não devesse ser o de propor uma cura ou citar trechos bíblicos para aquela mulher. Em vez disso, ele imaginou que ela talvez precisasse de um amigo com quem pudesse conversar, desabafar. Ela não precisava de cura, mas sim de atenção e respeito.


“Talvez aquela voz [que dizia para ele citar os trechos bíblicos e propor a cura] não fosse a de Deus. Talvez aquela voz fosse o resultado de duas décadas de convívio em uma bolha religiosa hiper conservadora”, disse Kurek em sua apresentação no TEDx Talks.


Assim que teve esse clique de que possivelmente Liz precisava de atenção, e não de cura, Kurek sentiu a necessidade de entender os conflitos pelos quais a jovem estava passando. E como um heterossexual pode entender perfeitamente os conflitos pelos quais um homossexual passa? Não tem como. E foi por isso que Kurek resolveu dizer para sua família, seus amigos e os membros da igreja que frequentava que ele era gay, mesmo não sendo.


Essa declaração foi a forma que ele encontrou para entender como uma pessoa passa a ser vista por aqueles com os quais convive a partir do momento em que fala a respeito da própria orientação sexual. Por um ano, Kurek viveu como se fosse gay: ele se revelou para as pessoas que conhecia e começou a frequentar os espaços voltados à comunidade LGBT.


A primeira reação dos amigos, familiares e membros da igreja de Kurek, ao descobrirem que ele era gay foi um silêncio absoluto: “Da noite para o dia eu deixei de existir [para eles]”, resumiu. A verdade é que Kurek sentiu na pele a rejeição que tinha feito Liz chorar naquela noite no karaokê. Assim como aconteceu com ela, o jovem agora via aqueles com os quais conviveu a vida inteira o tratando como se ele fosse um completo desconhecido.


Foi aí que ele sentiu não apenas o poder dos rótulos sociais nos quais nos encaixamos, mas o medo que alguns desses rótulos, como o de “gay”, podem trazer para uma pessoa e para aquelas que fazem parte da vida dela. Uma vez que foi ignorado por sua família, seus amigos e sua igreja, Kurek passou a frequentar os ambientes LGBT.


A partir daí, ele decidiu integrar times esportivos para gays, participou de projetos sociais que arrecadam dinheiro para ajudar portadores de HIV, fez parte da organização e da parada gay e ainda conseguiu um emprego em uma cafeteria cujos frequentadores são homossexuais, em sua maioria.


No dia em que conseguiu o emprego, Kurek saiu do estabelecimento e acabou entrando em um karaokê, também voltado para o público LGBT. Ele disse ter entrado no estabelecimento esperando ouvir músicas da Madonna, da Cher ou da Lady Gaga. Em vez do estereótipo, Kurek encontrou uma música completamente diferente e que ele já tinha ouvido antes.


Depois de passar por duas portas duplas, Kurek se deparou com uma cena que não esperava: “Nunca mais vou esquecer o que vi. No palco, um homem estava vestido com roupas de mulher, com as mãos erguidas e os olhos fechados. Eu olhei para a plateia e todos estavam fazendo exatamente a mesma coisa. E, então, ela falou o refrão e meu queixo caiu: ‘Nosso Deus é um Deus maravilhoso que reina acima do céu com sabedoria, poder e amor’”, contou ele.


Esse mesmo refrão já tinha sido ouvido por Kurek inúmeras vezes na igreja que frequentava antes. Ao contrário do que esperava, aquele cristão se passando por gay acabou escutando, dentro da comunidade LGBT, a mesma música gospel que ouviu durante toda a sua vida na igreja onde foi educado religiosamente. “E eu fui educado a crer que pessoas gays não acreditavam em Deus”, revelou.


Essa experiência o fez confrontar mais um de seus preconceitos: gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros podem, sim, ter uma fé religiosa e expressar essa fé da mesma forma que os heterossexuais fazem. “Eu aprendi que o rótulo ‘gay’ e o rótulo ‘cristão’ eram termos autoexcludentes”, explicou Kurek, que se viu surpreso ao presenciar um ritual religioso dentro da própria comunidade LGBT mostrando que fé independe da orientação sexual do fiel.


Durante um ano, Kurek teve uma convivência intensa com homossexuais e transgêneros, de modo que foi, aos poucos, derrubando um a um seus preconceitos. Conviver com essas pessoas fez com que ele entendesse que elas eram normais, que não precisavam de cura, já que orientação sexual não é doença.


É fácil julgarmos as atitudes alheias sem saber com base no que elas são tomadas. Quando um julgamento é fácil, possivelmente ele tem base em preconceitos, e não em informação. O que Kurek quer nos mostrar com tudo isso é o poder da empatia, que é o exercício de se colocar no lugar do outro. Dizer-se gay para todos que conhecia, mesmo não sendo, foi o exercício que ele precisou fazer para respeitar homossexuais. 


Você não precisa fazer a mesma coisa, viver na carne a experiência de ser homossexual. Basta usar sua imaginação, sua criatividade, sua inteligência. Respeito é a palavra chave para superar os preconceitos inculcados por crenças, por cultura, por quaisquer meios que os alimentam.

(A. não identificado)



Fonte: 

Polêmica /   24 out 2016





segunda-feira, 17 de abril de 2017

DESPEDIDA DE... SOLTEIRA!



(Milo Manara)

As farras masculinas antes do casamento já são folclóricas. Recentes, no entanto, é o troco que as mulheres vêm dando. Ou seja, muitas também gostam de uma boa despedida de solteira. Que pode ser bastante bem-comportada, com chá e bolachas, quanto com muita folia e muito sexo rolando. Nessa última categoria é que se insere o conto abaixo, que pode muito bem dar uma ideia – aos noivos – do que suas noivas podem estar aprontando por aí. Divirtam-se (ah, sim, nem sei se o conto é real ou ficção – cada um que interprete como quiser):


DESPEDIDA DE SOLTEIRA

POR LUD FIGUEIRA


Não acredito que fiz essa loucura…. Lembro-me até hoje, minha despedida de solteira. Minhas madrinhas junto com minhas damas de honra organizaram minha despedida em um clube de swingers. Entraram na minha casa, me vendaram e me colocaram no carro. Não fazia a menor ideia para onde essas malucas estavam me levando. Só sabia que daqui a dois dias eu estaria casando… Assim eu esperava. 


Saímos do carro, me lembro de elas falando com um cara: –É ela. Pode avisar a eles. Colocaram-me sentada e quando tiraram a venda dos meus olhos, uma gritaria só começou: Estavam todas presentes! Minhas amigas queridas! E o melhor: deparei-me com um lugar completamente fora do comum, foi quando percebi onde estava! 


De repente as luzes começam a piscar e o locutor a falar meu nome e anunciar que a noite era para mim! Da escada que ficava acima do palco, desce um homem, vestido de marinheiro e começa a dançar, me puxa da cadeira, me leva ao palco e começa o show. Confesso que aquilo tudo era excitante, mas também me apavorava, me deixava tímida, por mais que só estivessem minhas amigas…


Fiquei meio sem jeito ali no palco, com aquele cara roçando em mim, mas tentei entrar na dança. Logo voltei para meu lugar e comecei a beber: Precisava de um estimulante para entrar no clima da festa! Vi passando um cara, que usava apenas uma sunga e um avental. Pedi duas doses de tequila!!! As minhas amigas gritavam: Hoje ela vai perder toda a timidez!!!! A tequila desceu rasgando e eu continuei fiel às doses de tequila… 


A cada show de gogo boys, tinha um intervalo, onde o DJ, por pedidos de minha madrinha de casamento, estava tocando as músicas que eu mais gostava! Me acabei de dançar, não imaginava que uma despedida de solteiro pudesse ser tão animada! Saí da pista de dança, agora bem mais solta e me encaminhei ao banheiro…Foi quando eu vi um cara chegando com uma mochila, vestindo uma regata, uma calça jeans rasgada, com um corpo – com certeza ele passava o dia todo na academia! 


Meu Deus, que gostoso! Com uma cara daqueles dançarinos de axé (eu sei que pode soar cafona, mas sempre tive uma fantasia sexual com esses caras) que ele parou e me disse: –Olá! Eu fiquei parada alguns segundos, retribui o mesmo “olá!” e entrei para o banheiro... antes de uma olhadinha para traz e ele estava lá, parado me olhando… Nossa, que delícia! Voltei para meu lugar e me preparei para o próximo show! Chegou as minhas mãos um drink que eu não faço idéia do que havia dentro daquele copo, mas bebi com muita vontade. 


Mais alguns minutos e o locutor avisa a entrada de mais um gogo boy. Vestido de guerreiro, com uma máscara, ele começou sua performance… Puxa uma, sobe outra, e assim minhas amigas o ajudavam a ficar sem roupa… Estranhamente eu não tirava os olhos desse gogo boy, até que ele me tirou, estava de sunga e máscara… Levou minhas mãos ao rosto dele e fez sinal para eu tirar a tal máscara que escondia seu rosto. Na hora reconheci aqueles olhos que me seguiram até o banheiro…. 


Ele não tirou os olhos de mim e dançou completamente nu, apenas me olhando… Desci do palco, completamente encharcada! Aquele homem tinha alguma coisa que me deixava completamente sem rumo… Mais música e mais show. Até que o locutor anunciou: agora a nossa noiva vai escolher qual o gogo boy que vai para a cela (um quarto exótico) com ela! De repente cinco homens de cueca me aparecem no palco e minhas amigas me levantam e me ajudam a subir. Na hora meu olhar cruzou com o dele e senti uma leve surpresa ao saber que eu era a noiva. Não demorei muito e, lógico, o escolhi! 


As meninas permaneceram no andar de baixo e eu fui, de mãos dadas, levada para a tal cela por ele. Chegando lá, ele passou uns minutos me olhando, com uma venda na mão e eu olhando para ele… Não pensei em nada e pulei em cima dele, com uma vontade, um tesão, estava tão excitada, me sentindo uma fugitiva, fazendo algo errado… Que delícia! Ele me beijou tão loucamente quanto eu o beijara, passou a mão por todo meu corpo… Eu fui direto naquele documento ereto que ele possuía dentro da sunga e comecei a massageá-lo... 


Ele fez o mesmo com sua mão: levantou minha saia, colocou minha calcinha para o lado e fez um vai e vem com aquela mão… usando todos os dedos… Um calor, cada beijo que parecia que ele havia sido feito sob encomenda para mim… No meio daquela loucura toda, daquela cela completamente fechada eu olhei para ele e disse: – Eu quero dar para você agora! Ele ficou me olhando e disse: - Me espera dois minutos! Saiu e eu não conseguia pensar em nada! Estava completamente subindo pelas paredes, louca de tesão, em nenhum momento eu lembrei que dali a dois dias eu iria casar…. 


Aquele homem de 1.90 de altura volta, em sua mão uma camisinha. Nossa! Preciso falar: que pau enorme! Que corpo maravilhoso, que loucura! Ele deitou e me colocou em cima do seu rosto e pediu que eu rebolasse! Ah! Que chupada foi essa, suas mãos em minha cintura, sua língua não parava e eu já estava totalmente entregue. Levantou e colocou seu instrumento na minha boca, sua mão segurando meus cabelos enquanto eu o chupava deliciosamente. Colocou-me de quatro e eu pude sentir aquele gigantesco instrumento entrando e saindo, entrando e saindo, bem fundo dentro de mim…. 


Mordidas pelo corpo, lambidas de até perder as contas... No meu ouvido ele falava: Gostosa! Cachorra! Está gostando do meu brinquedo? Senta aqui! Rebola, vai… Perdi as contas dos orgasmos sentidos naquela noite, dentro daquela cela… Terminamos e, ao invés de ele voltar ao trabalho, saí de fininho junto com ele e fui continuar minha despedida em outro lugar... Aquela noite era só minha e do meu presente gostoso.





Fontes:









(Fotos da internet, sem indicação de autoria)



segunda-feira, 10 de abril de 2017

GORDINHAS, SIM... E DAÍ?



(Foto de Leonard Nimoy)

Somos frutos de nossa época. E nossa época – final do século XX, início do século XXI – tem-nos imposto o padrão de mulheres esguias, poucos seios, bundas diminutas. Ou, pelo menos, tentado. Já que esse padrão é utópico para o cidadão comum. Só ocorre, mesmo, nas passarelas, à custa de muito sacrifício das modelos. Já o brasileiro comum prefere, quase sempre, as mulheres ditas gostosonas, bundas grandes.

(Foto de Leonard Nimoy)

No entanto, quebremos também esse padrão: vamos dar a vez às gordinhas. Àquelas cujos corpos espalham-se além dos vestidos, além das camas, além da nossa imaginação. Por que não? São mulheres e merecem nosso respeito. É o tal caso, se não gosta de jiló, não coma jiló. E as mulheres mais gordinhas, ou fora do padrão não são jiló e apetecem, sim, a muitos. Assim, deixemos correr nossa libido por corpos mais redondos e formas mais impolutas. Com vocês, as gordinhas da fotógrafa Julia Fullerton-Batten:




















segunda-feira, 3 de abril de 2017

A SAGA DOS PAUS MUITO GRANDES – 1: CASOS DE DOR E DE POLÍCIA





Já tratamos aqui, algumas vezes, do tamanho do pau. E até fizemos algumas publicações sobre o que dizem as mulheres sobre o pau pequeno. Agora, o assunto é... pau grande! Não apenas grande, mas muito grande.

O que é um pau muito grande?


Segundo todas as publicações consultadas, de vários países, a média do pau está em 13 cm, mais ou menos. Abaixo ou muito abaixo disso, é pequeno. Acima, ou muito acima disso é grande. 


E as mulheres, a despeito de qualquer colocação “politicamente correta” gostam mais de paus grandes. E parece que paus acima dos 13 cm até os 20 cm, mais ou menos, são considerados grandes e... confortáveis. Então, para dar um pouco mais de molho ao assunto e ficar numa “margem de segurança”, vamos considerar que muito grandes sejam os paus acima de 22 cm. Ok? 


Como o assunto é longo (ops!), vamos ter que dividi-lo em mais de uma publicação. Então, para começar, três notícias colhidas na internet. Eu sei que a gente não pode acreditar em tudo o que se publica por aí, mas... fazer o quê? Acredite quem quiser. E, aliás, as notícias são tão boas, pelo menos para o nosso assunto, que antecipam em parte o que vem por aí, o que as torna passíveis de serem aqui publicadas como ilustração de nossa matéria, independentemente de serem ou não verdadeiras. As fotos não têm relação com elas, já que nenhuma delas apresenta a “prova do crime”:


1. Virgem se assusta com ‘dote‘ do marido e o golpeia com garrafa de vinho na lua de mel


Uma recém casada bateu em seu futuro marido, ao perceber que seu membro era muito grande, na pequena cidade de Cofee Bay, na África do Sul. Segundo ela, o órgão mais parecia com um pepino. O marido disse que estava correndo tudo bem, na lua de mel, num pequeno hotel da cidade, porém, quando tirou a cueca, a mulher gritou, mordeu sua orelha e apertou suas partes íntimas.



Antes do casamento, os dois não tinham tido qualquer tipo de relação íntima. Mnombo Madyibi, de 32 anos, contou ao Daily Star, que, antes que ele pudesse perceber, a moça já pegou a garrafa de vinho e começou a bater em sua cabeça, e ainda tentou sufocá-lo com urso de pelúcia que ele tinha dado a ela. 



Após todo o ocorrido, os dois procuraram um psicólogo de casal, ele deu queixa por agressão, e ainda brincou que nunca tinha ouvido falar em diminuição peniana, mas sim só em aumento.


2. Nigeriana pede divórcio por pênis do marido ser muito grande


Uma nigeriana do estado de Zamfara pediu o cancelamento de seu casamento, alegando que o pênis de seu marido era grande demais – e que não conseguiria mais fazer sexo com ele. A mulher ainda disse que sua mãe lhe deu alguns medicamentos para que conseguisse continuar transando com o marido, mas não adiantou.


Aisha Dannupawa se casou com Ali Maizinari há poucos dias, depois de seu primeiro casamento não dar certo. Ela contou à corte de Zamfara que criou um trauma depois de sua lua-de-mel. “Quando ele chegou, me pediu para fazer sexo, mas isso se tornou um pesadelo. Ao invés de ser proveitoso foi horrível para mim porque seu pênis é muito grande”, afirmou.


“Minha mãe disse que com o tempo eu me acostumaria, mas depois da segunda vez percebi que era demais para eu suportar”, acrescentou, já que a segunda noite foi tão ruim quanto a primeira. O marido não negou as acusações e disse que se divorciaria caso tivesse o dinheiro da cerimônia de casamento devolvido.


3. Pênis grande manda mulher para hospital


Artilheiro do Cagliari, da Itália, o atacante colombiano Victor Ibarbo mandou a namorada, Valeria D., para o hospital. Mas o motivo não foi nenhuma agressão física. Pelo menos nenhuma proposital… Após uma noite de amor com o atleta, a moça deu entrada na emergência do hospital San Giovanni Di Dio sentindo fortes dores internas, pois o jogador, muito bem-dotado, teria machucado a gata durante a relação sexual.


“A jovem teria contado aos médicos que o jogador colombiano tem um pênis exagerado, e por isso foi ao hospital: por causa da dor que sentiu durante as relações sexuais”, noticiou o site italiano Calcio Web.


Moradora da região de Olbia, Valeria, que tem 23 anos, precisou ficar hospitalizada e relatou com detalhes todo o caso aos médicos e enfermeiras, que confirmaram as lesões em relatório médico. Ainda segundo o site Calcio Web, o relatório detalhava que “a menina teve uma série de problemas de saúde que a obrigaram a fazer a desagradável visita ao hospital por causa do tamanho, provavelmente, fora do comum do pênis do homem com quem ela teve relações sexuais”.


PÊNIS MUITO GRANDE 

É SEMPRE CAUSA DE PROBLEMAS?



Sim, e não. Como não sabemos as medidas de nossos “heróis” acima, acreditamos que realmente possam ter medidas excepcionais. Acima ou bem acima dos 22 cm. Como disse o primeiro africano, não há como diminuir o tamanho de um pau. Mas, nem tudo está perdido para os donos de anacondas. Há soluções. É o que vamos discutir mais adiante. Aguardem. Sem medo.




Fontes: