segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

PÊNIS PERFEITO? O QUE É ISSO, COMPANHEIRO?



Para não dizerem que só falo de bocetas, depois das postagens anteriores, sobre o concurso das mais belas, vou abrir uma pequena série sobre o pênis. Não, não encontrei nenhum concurso "o mais belo pênis", mas, se encontrar, podemos nos divertir com ele, como nos divertimos no caso das vaginas. O tema, aqui, será outro.

Em geral, os homens se preocupam com o tamanho de seu pau. Mas alguns também se preocupam com a sua aparência. E é dela - da aparência do pau - que trata o artigo abaixo. Se você é homem, e tem tal preocupação, poderá ficar um pouco mais sossegado; se não tem tal preocupação, divirta-se. Mas, se apenas gosta de um pau, também poderá desassossegar-se com referência a seu parceiro ou possíveis parceiros, preocupando-se com o prazer de ambos e não com detalhes.


O FORMATO DO PAU


Não existe ninguém no mundo igual a você. Sabemos que mesmo os gêmeos idênticos têm características físicas que os diferem. Alguns homens têm nariz pequeno; outros, narigão, mãos grandes; outros, mãos mais delicadas etc. Se existem todas essas diferenças entre os homens, por que seria diferente com o formato do pau?

Apesar de termos uma falsa imagem de pau “perfeito” criado pela sociedade consumista, vista nos filmes pornôs ou revistas, sabe-se que o órgão apresenta variadas formas, de diferentes cores e volumes, seja empinado para cima, reto, torto para o lado esquerdo ou direito, grosso, fino, cabeça grande e corpo fino, corpo grosso e cabeça pequena... Essa lista vai longe. O formato do pênis varia de pessoa para pessoa, de acordo com a sua constituição física; portanto, não existe um formato padrão.

Após a dúvida sobre o tamanho, é a forma do pau que mais incomoda na cabeça dos homens, pois acham que, tendo um pau “diferente” daqueles do formato “ideal”, começam a considerá-lo como anomalia. No pau, devem-se prestar atenção nas suas funções e, se alguma não se encontra em pleno funcionamento, é possível procurar ajuda, seja médica ou psicológica. Ter curvatura até 30°, para um dos lados, é perfeitamente normal. O pau curvo congênito não causa dor e pode ser operado, se incomodar na hora do sexo. Segundo números da Associação Brasileira de Urologia, essa deformação atinge 0,6% dos homens.

O que pode complicar a vida do homem é a doença de Peyronie. Essa doença costuma aparecer em adultos, entortando o membro em até 90°, para um dos lados, atrapalhando a penetração. O problema é causado, normalmente, por traumatismos repetidos no mesmo local. O que acontece é que, quando o pau fica duro, um caroço inflamado não deixa o sangue circular como deve e aí vem a dor. Caso tenha dúvidas quanto à normalidade de seu pau, consulte um urologista.

Pensando nesta, que é uma das grandes dúvidas dos homens, selecionamos fotos de alguns formatos de paus. Para você, que acha que tem um pau “fora do padrão”, é uma boa hora pra tirar as dúvidas e ver que existem as mais variadas formas e que todas podem proporcionar prazer para a (o) parceira (o).


























Fonte:

http://manualdopau.blogspot.com.br/2013/02/o-f.html



FIM DE 2015


UM ANO NOVO CHEIO DE PRAZERES PARA TODOS .



segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

O QUE É LITERATURA ERÓTICA? - III: BREVE HISTÓRIA DA LITERATURA ERÓTICA - 2




(Foto da internet, s/indicação de autoria)



DURANTE O ROMANTISMO



(Yngve Berg -  roemische elegien)



O romantismo alemão também nos legou obras como a colecção de poemas eróticos com que Goethe contribuiu para a revista dirigida por  Schiller, Die Horen, onde se incluem as Römische Elegien (Elegias Romanas, 1795), poemas inspirados na relação amorosa de Goethe com Christiane Vulpius.



(Autor não identificado)



Mas, neste século XVIII, poucos ganharam lugar de maior destaque na história da literatura erótica do que o exemplo do Marquês de Sade (1740-1814), escritor francês cuja obra foi amaldiçoada publicamente enquanto viveu. Os constantes atentados ao pudor, a prática quase selvagem de relações sexuais que não conheceram limites, e as ofensas à moral levaram-no à prisão várias vezes, onde escreveu a maior parte das suas obras, sob rigorosa censura. De salientar os romances Cent vingt journées de Sodome (Cento e Vinte Dias de Sodoma, 1782-1785) e Justine ou les malheurs de la vertue (Justine ou as Infelicidades da Virtude, 6 volumes, 1791-97).



(Autor não identificado)



Cento e Vinte Dias de Sodoma, obra de esgotamento criativo, onde Sade julgava ter alcançado o seu próprio limite, perdeu-se na Bastilha, onde tinha estado preso durante dois anos. As mais de 300 páginas do livro foram recuperadas mais tarde por um carcereiro, que as encontrou. Sade também soube descrever, com rigor filosófico, as suas próprias experiências sexuais, bizarras, agressivas, obscenas, pouco ortodoxas e sempre a roçar os limites do desejo libidinoso.



(Autor não identificado)



Tais práticas incluem a sodomia (sexo anal), a pedofilia e a macrofilia (sexo com crianças e velhos) e a coprofilia (sexo envolvendo fezes). À lista das suas reflexões teremos que juntar Le Philosophie dans le boudoir (1795). Esta personalidade fortemente inclinada para o excesso da vida sexual, com recurso a todo o tipo de perversão, fez com que o seu nome se consagrasse para designar um tipo de neurose ou pulsão agressiva a que os psiquiatras chamam sadismo.



(Christophe)



No lado oposto, o elogio do amor sensual pelo triunfo do poder único da sedução, temos ainda Les Liaisons dangereuses (1782), de Pierre Choderlos de Laclos. Como bem comenta um dos mais conhecidos teóricos do erotismo, Francesco Alberoni, “Há uma estreita ligação entre a raiz coletiva do erotismo feminino e a sedução como manipulação e intriga. Tudo o que é coletivo está inextricavelmente ligado ao poder e à luta pelo poder. Nas cortes, nas sociedades ariostocráticas como a França do século XVIII, a sedução era um potente meio de afirmação social, de prestígio, por último, de revolta.” (O Erotismo, 8ª ed., Bertrand, Venda Nova, 1995, p.229).




(Autor não identificado)




A procura do prazer pela dor não é um exclusivo do sadismo. O austríaco Leopold Franz Johann Ferdinand Maria Sacher-Masoch (1836-1895) ficou conhecido por um outro tipo de perversão sexual, o prazer obtido pela dor física e pelo sofrimento corporal, pulsão que foi  imortalizada com o nome de masoquismo. Masoch foi um aristocrata letrado, escritor de qualidade, tendo-nos legado histórias eróticas de indivíduos que só alcançavam o prazer sexual se fossem chicoteados. Por exemplo: Eine Galizische Geschichte (Uma História Galega, 1846); Der Don Juan von Kolomea (O Don Juan de Kolomea, 1866); Das Vermächtnis Kains (O Legado de Caim, 1870-1877), que inclui o famoso romance erótico Venus im Pelz (A Vênus das Peles, 1874).




(J. Hanriot et Mesplès - amoureuses)




Na França, o ano de 1857 é particularmente importante para a literatura erótica: Gustave Flaubert publica o romance Madame Bovary, imediatamente classificado como pornográfico, por tomar como tema as experiências de adultério de uma jovem provinciana casada com um viúvo medíocre, mas que há de marcar o ponto de partida da época de ouro do romance realista. 1857 é ainda o ano de Les Fleurs du mal, de Baudelaire, também acusado de imediato de imoralidade, pelo satanismo, pela preocupação com o macabro e com as perversões sexuais. Este livro de poemas tornar-se-ia no manifesto do decadentismo e persistirá nessa condição até ao século XX. 




(Mihaly Zichy - the-lovers)



Em Portugal, será Eça de Queirós quem interpretará de forma mais justa e à letra a tese naturalista com O Crime do Padre Amaro, onde concentrou a sua atenção na descrição dos ambientes sociais, particularmente nas deficiências e nas imperfeições da natureza humana, incapaz de ceder ao desejo carnal mais primitivo. Um outro tipo de erotismo pode ser encontrado na poesia de Cesário Verde, como exemplo de sublimação do amor sensual, sempre fingido ou sempre adiado.




(Paul Avril)



No primeiro volume da História da Sexualidade, A Vontade de Saber, Michel Foucault conclui na história do sentimento ocidental dois procedimentos fundamentais para a realização da verdade do sexo: por um lado, as numerosas sociedades (Roma, China, Índia, Japão, e sociedades arábico-muçulmanas) que desenvolveram uma ars erotica, que extraiu a verdade do prazer em si mesmo, se compreendido como uma prática, acumulável como experiência, onde não existe lugar para as proibições, e prazer medido na sua intensidade pelos reflexos que produz no corpo e no espírito. Há nesta arte erótica um segredo a perseverar, um conhecimento que perderá a sua essência se se divulgar, por isso exige a instituição de um mestre que detém esse segredo de vitalidade e só ele pode transmitir a sua arte, de forma esotérica.



(Ilustração para a obra Gamiani)



Pelo contrário, a civilização ocidental não possui qualquer ars erotica. É a única civilização a praticar uma scientia sexualis, isto é, a única civilização a desenvolver durante séculos as regras de procedimento que nos hão de garantir a verdade do sexo. Para isso, desenvolve-se o primado da confissão, em estreito contraste com a arte da iniciação e do segredo esotérico. Foucault acaba por declarar que o homem ocidental se tornou um animal confessor. A sexualidade é o resultado da prática discursiva dessa atividade confessional e constitui-se em scientia sexualis, que o cristianismo ocidental instituiu para produzir a verdade sobre o sexo.




(Paul Avril)


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A MAIS BELA BOCETA DO MUNDO: O QUE HÁ POR TRÁS DESSE TIPO DE CONCURSO - ALGUMAS CONSIDERAÇÕES



A TIRANIA DOS PADRÕES DE BELEZA DA VAGINA

(16º lugar: Cleo, 21 anos; Amsterdam - nota 6,4)


Enquanto o Vagina Beauty Pageant é, indiscutivelmente, pouco mais do que um golpe publicitário para um fabricante de brinquedos sexuais, os críticos do concurso argumentaram que é parte de uma longa tradição propagar padrões de beleza irrealistas para as mulheres. Afinal, em um mundo onde as mulheres são condicionadas a se sentir mal sobre si mesmas, com relação a coxas, bundas, barrigas e estrias,  será que nós realmente precisamos começar a julgar vaginas também?



(35º lugar: Lulu Cheng, 37 anos; Taiwan - nota 6,1)


Há um evidente exagero na premissa de que, se houve um concurso para encontrar a mais bela vagina, é porque existem pessoas interessadas em determinar, com base na aparência, um padrão de beleza para essa parte do corpo feminino, como sempre houve em relação à aparência das mulheres, o que as torna mais auto-conscientes de seu poder de sedução.



(58º lugar: Francine, 51 anos; Nova Iorque, nota 5,6)


Enquanto isso, graças à ampla disponibilidade de pornografia na Internet, um número crescente de mulheres se sente auto-consciente sobre suas vulvas - e elas estão recorrendo a medidas extremas para "consertar os defeitos" por acaso encontrados. Em 2013, mais de 5.000 mulheres americanas fizeram  labiaplastia, uma cirurgia cara, que remove a pele dos pequenos lábios, resultando em uma aparência suave, compacta, tipo Barbie, semelhante à boceta da Nell, a ganhadora do concurso (ver o post anterior). De acordo com a Sociedade Americana de Cirurgia Plástica e Estética, o número de cirurgiões que executam labiaplastias passou de 21% para 29% apenas em 2013, e os procedimentos aumentaram 44% no mesmo ano.



(181º lugar: Mari Cooper, 31 anos; Michigan, nota 2,9)



Os dados do "Vagina Beauty Pageant" apoiam a ideia de que a "Barbie" tornou-se o padrão para belas vulvas em nossa cultura. De acordo com o levantamento, houve uma ligeira preferência por bocetas com "pequenos lábios [que] não se projetam e são suaves."



(182º lugar: Rosa, 38 anos; Florida, nota 2,8)


Uma visita à página do concurso que exibe o  ranking de todas as vencedoras confirma essa ideia. Enquanto as vaginas em exposição são pouco variadas em sua aparência física - poucas apresentam clitóris diferentes e muito poucas têm pelos pubianos visíveis -, todas elas são bem lisas e livres de quaisquer imperfeições epidérmicas. São o que se pode chamar de "bocetas de grife".



(20º lugar: Odette Dlacroix, 25 anos; Los Angeles, nota 6,3 - a única que mostrou o rosto)


É óbvio que o tal concurso foi um golpe de relações públicas, um golpe barato e hediondo em sua propagação de padrões de beleza irrealistas para as mulheres, mas uma questão interessante permaneceu:  há realmente um conceito de beleza vaginal universal a todos?




(11º lugar: Stepánka, 24 anos; República Checa, nota 6,7)



Claro que não, e os investigadores aproveitaram o excesso de dados que brotaram da competição para confirmar isso. Em um estudo incrivelmente profundo,  que olhou para os milhares de votos, os pesquisadores mediram os cumprimentos dos pequenos e dos grandes lábios e dos capuzes dos clitóris e avaliaram a rugosidade das vaginas.


(49º lugar: Andrea, 27 anos - Michigan; nota 5,8)


"Lloyd et al. [um estudo de 2005] afirmaram que a genitália feminina tem uma grande diversidade, que é mal documentada", o que a equipe confirmou: "Nosso estudo fornece evidência extra e confirma que tal diversidade é ampla a respeito do tamanho dos lábios, protuberância, e rugosidade. Também fornece evidências de que tanto as vulvas simples, lisas, com lábios pouco protuberantes,  quanto as mais complexas, mais rugosas, com lábios protuberantes têm uma percentagem quase igual de admiradores."



(21º lugar: Suzy, 41 anos - Kansas; nota 6,3)


Então, apesar de todas as expectativas sobre os órgãos genitais femininos, em relação a padrões estéticos, o que se pode concluir é que existem bocetas de todas as formas e tamanhos, e todos elas, independentemente de julgamento estético, são devidamente apreciadas.



(22º lugar: Coralyn Jewel, 38 anos; California, nota 6,3)

Fontes:







segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

É POSSÍVEL ESCOLHER A MAIS BELA BOCETA DO MUNDO?


(Taro Hata)

Beleza, todos sabemos, é um conceito subjetivo. E padrões de beleza mudam com o tempo e com o tipo de sociedade e sua cultura. Porém, o ser humano sempre se preocupou em definir a beleza ou buscar "coisas belas", indiferente a modismos e culturas. E as mulheres, em especial, sempre foram - desculpem os termos - "objeto" e fonte de especulação em torno da beleza, desde as primeiras deusas gregas até os dias de hoje, tanto em termos de "a mais bela mulher" (ideal sempre procurado) até a escolha de alguma parte do corpo feminino como fetiche do "mais belo" ou "mais cobiçado", como seios e bundas. No entanto, não esperava nunca encontrar um concurso que prentendesse estabelecer um padrão de beleza para algo tão íntimo, como a vagina. Independentemente das críticas, da polêmica que possa ter provocado, aí está a reportagem, devidamente editada, com endereço da matéria original lá no pé da página. Indignem-se, critiquem, façam objeções, apreciem ou não, mas divirtam-se, principalmente com as fotos das vencedoras logo abaixo:


 A MAIS BELA VAGINA DO MUNDO

A pesquisa para a escolha da mais bela da vagina no mundo - The Vagina Beauty Pageant - foi idéia de Brian Sloan, inventor do Autoblow2, um simulador de sexo oral para homens (um aparelho de masturbação, semelhante ao Flashlight, de que já tratamos aqui). Sua intenção era buscar uma vagina ideal, de acordo com seus consumidores, para modelo de um novo estimulador sexual em forma de boceta, e não de boca, como o Autblow2. As vencedoras receberiam prêmios e viagens para Berlim, a fim de ter seus órgãos genitais digitalizados em 3D.

Enviaram fotos de suas bocetas centenas de mulheres, sendo que 182 foram classificadas para a votação de 134.707 "eleitores" dentre os 1,2 milhões de visitantes do site, a partir de 191 países. Os dados do concurso também foram usados como base para um  estudo que "investiga a diversidade de vulvas e da opinião pública sobre as diferentes morfologias vaginais", como "comprimento dos pequenos e grandes lábios, comprimento do capuz do clitóris."

Mas, afinal, quem foi a vencedora? O nome dela é Nell (nome fictício), ela vive na Escócia, e para alguém cujos genitais  foram considerados os mais bonitos do mundo, ela é decididamente modesta sobre sua vitória: "Eu ainda não acredito que eu tenho uma vagina especial", disse  ela.   "Acontece que eu tenho a melhor imagem da minha vagina. É isso. Nada mais, nada menos."

O namorado de Nell é cineasta e  convenceu-a a entrar no concurso, porque achava que ela possuía um boceta bonita. Ela concordou, citando como incentivo o anonimato e o prêmio em dinheiro - US $ 5.000 para o primeiro lugar, $ 2.500 para o segundo lugar e US $ 1.250 para o terceiro lugar.

Na verdade, se você olhar para a foto que ela enviou, é difícil discordar de que realmente ela tem uma bela vagina: é raspada e compacta, semelhante a uma concha lisa. Na verdade, ela parece menos com uma vulva real do que muitas das outras bocetas participantes. Os eleitores do concurso deram a Nell a nota 7,7 dos 10 pontos possíveis. Mas ela atribui a sua vitória não à beleza de sua boceta, mas à forma como seu namorado a retratou, por trás, com iluminação perfeita...

Enfim, vamos às vencedoras:


PRIMEIRO LUGAR: Nell, 27 anos, Reino Unido (nota 7,7)


SEGUNDO LUGAR: Jenny, 23 anos, Baviera, Alemanha (nota 7,3)


TERCEIRO LUGAR: Anita, 20 anos, Hungria (nota 7,3)


QUARTO LUGAR: Ezter, 20 anos, Hungria (nota 7,1)


QUINTO LUGAR: Mariah, 21 anos, Virginia, EE.UU. (nota 7,0)


SEXTO LUGAR: Kaylin, 18 anos, Wisconsin, EE.UU. (nota 7,0)


SÉTIMO LUGAR: Aura, 23 anos, Puebla, México (nota 6,9)


OITAVO LUGAR: Julia, 18 anos, Kiev, Ucrânia (nota 6,9)


NONO LUGAR: Betty, 24 anos, Antuerpia, Bélgica (nota 6,9)



DÉCIMO LUGAR: Anônima, Reino Unido (nota 6,8)














Fonte: