segunda-feira, 1 de junho de 2015

MÚSICA CLÁSSICA, A ÚLTIMA FRONTEIRA DA NUDEZ?





A música clássica sempre teve uma aura de sisudez. Apreciar grandes orquestras, maestros famosos, músicos virtuosos impõe a busca de grandes espaços ou teatros afamados, com gente bem vestida, luxo e glamour.




Mesmo os concertos realizados por pequenas orquestras, a música de câmara, exigem uma certa "classe", um ambiente devidamente personalizado para receber o público e os músicos.




Isso, é claro, também acontece num país como o Japão que só há poucas décadas se abriu totalmente para cultura europeia de apreciação de grandes concertos, com sinfônicas ou filarmônicas regidas por grandes maestros.




E também lá, a música clássica tem as suas exigências para o comportamento do público e, claro, dos músicos. Principalmente em relação ao uso de trajes adequados a uma noite de gala.




No entanto, é de lá que vem a mais interessante novidade nesse quesito tão caro ao público de música erudita. As regras parece que começam a ser quebradas e modificadas com uma orquestra sui generis: a primeira orquestra formada por músicos nus. No caso, musicistas, mulheres, totalmente nuas.




Não, não há apelo sexual na apresentação das musicistas nuas. Tampouco espetacularização da nudez. Tudo é extremamente simples, direto, num ritual quase asséptico, mas extremamente instigante.




O público é recebido pela orquestra completamente vestida. E a primeira parte do concerto é apresentada assim. Tudo muito convencional. Afinal, as garotas da orquestra precisam "sentir" o público, acostumar-se com a ideia do que vai acontecer em seguida. Uma performance nua, convenhamos, deve assustar a qualquer um.




No início da segunda parte, porém, cada uma das participantes da orquestra vai à frente do palco e - uma por uma - removem todas as suas roupas, ficando inteiramente nuas de frente para uma plateia atenta e amante da música clássica. Que aplaude cada performance. Você pode conferir neste vídeo:




A última a remover as roupas é, claro, a maestrina. Então, ela dá as costas ao público, as garotas retomam seus lugares e seus intrumentos, e o concerto tem continuidade. Agora, sim, uma apresentação nua - completamente nua - da Stark Naked Orchestra. Do Japão.




Ah, sim: não encontrei nenhuma crítica à performance musical da orquestra de mulheres nuas do Japão. Presume-se que, ou os críticos não apareceram - assustados com a novidade - ou elas realmente tocam bem. Torcemos - e muito! - pela segunda possibilidade, claro.




Fonte (infelizmente, as fotos disponibilizadas pelo site não têm boa qualidade de reprodução):






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