segunda-feira, 29 de setembro de 2014

VESTIDA, EU SOU ASSIM; MAS PELADA... AS GRÁVIDAS





Fotos de pessoas comuns vestidas e nuas... um fetiche deste blog, eu confesso. Porque estimula - um pouco, só um pouco - nosso lado voyeur, que todos o temos. Se já cantamos algures a nudez das grávidas, hoje vamos mostrá-las no contexto do "antes e depois". Não são muitas as que se sentem encorajadas a mostrar-se com suas belas barrigas, mas temos sempre as corajosas, que demonstram que a gravidez - por ser natural, claro - não enfeia as mulheres. Ao contrário, pode até torná-las mais belas, mais atraentes e mais sensuais. Aproveitem as fotos de nossas gravidíssimas - vestidas e despidas.






















(Fotos da internet, sem indicação de autoria)


domingo, 28 de setembro de 2014

ET VADIM CRÉA BRIGITTE...


















































(Que ela não nos ouça, mas hoje completa 80 anos!)




segunda-feira, 22 de setembro de 2014

HAESINDANG PARQUE







Era uma vez... Assim começam nossas histórias, nossas lendas. Não sei como começam as lendas coreanas. Mas, li a respeito de uma delas e compartilho-a com todos.




Um pescador deixou sua noiva no alto de um rochedo e lançou-se ao mar, para buscar o melhor peixe. Veio uma grande onda e levou a mulher, ainda virgem, para o fundo do oceano.





A partir de então, os peixes foram desaparecendo. E os pescadores não sabiam o que fazer, para encher de novo suas redes.



            

Enquanto isso, o noivo, triste e solitário, masturbava-se no alto do penedo onde sumira sua amada. E ocorreu o milagre: sua semente voltou a atrair os peixes.



Então, os pescadores chegaram à conclusão de que a melhor maneira de acalmar o espírito da mulher morta - responsável pelo sumiço dos peixes - seria espalhar estátuas gigantes de pênis ao longo da costa. E assim surgiu a ideia do Parque de Haesindang.





Ou Parque dos Pênis, como ficou internacionalmente conhecido. Localizado em uma pequena aldeia no sul da província de Gangwon, chamada Sinnam , cerca de 20 quilômetros ao sul de Samcheok, na província de Gangwon. Coreia do Sul.





Um lugar muito bonito, à beira mar, com caminhos sinuosos e pequenos santuários... com inúmeras imagens gigantes de pênis. De todos os formatos e de todas as cores. Um festival para os turistas, que ali acorrem, atraídos, claro, pela beleza do lugar...





Famílias inteiras se divertem com os pênis. Com ou sem constrangimentos, já que as gargalhadas de crianças e jovens são inevitáveis, durante as fotos para o Facebook. Um passeio recomendável, se um dia, você, amigo leitor da Lua Quebrada, visitar a Coreia do Sul.





Só um senão, na visita ao Parque dos Pênis: como não tem restaurante ou lanchonete, os guias turísticos recomendam que o visitante leve sua comida, se pretender passar, por exemplo, uma longa tarde em companhia dessas agradáveis e belas esculturas.



(Fotos da internet, sem indicação de autoria)







segunda-feira, 15 de setembro de 2014

EROTISMO NA POESIA CONCRETA...


Pedro Paula - poeta baiano - experimenta misturar poesia concreta e erotismo. Algo à primeira vista bastante estranho, dadas as premissas do concretismo, um movimento que teve por representantes e divulgadores no Brasil os irmãos Campos, Augusto e Haroldo, Décio Pignatari e vários outros.

A característica mais evidente do concretismo (ou da poesia concreta) é que o poema ganha um aspecto visual, desenhado, agregando elementos das artes plásticas.

Dissemos acima ser estranha à poesia concreta o erotismo, porque não conhecemos nenhum poeta que se dispusesse a unir as duas coisas, sendo o movimento concreto, talvez por ser tão radical, bastante "careta", nesse aspecto.

Enfim, porém, alguém se lembra - e é um poeta baiano - de dar um pouco de "escracho" a um movimento que, até certo ponto, se esgotou em si mesmo, por falta de novas experiências ou por não conseguir abrir novas trilhas. Pena que a experiência do nosso Pedro Paulo tenha, até agora, ficado nestes dois exemplos, que vêm acompanhados de uma espécie de "bula" (explicação) do próprio autor. Vale como curiosidade poético-erótica, a que esse blog sempre esteve aberto:






FELACIO. Significa, em latim, felação . O "corpo" da esquerda simboliza a figura masculina em pé, formada pelas palavras /gosto/Ele. Note que o /T/ que desponta perpendicularmente do /Ele/ é não só o "Tesão" mas também a representação do falo em si. A figura à esquerda, formada pelas palavras /Ela/gosta/goza, é a figura feminina, e denota os lábios da mulher. /Ele/ e /Ela/ estão um de frente para o outro, /Ela/ envolvendo o falo em seus lábios vermelhos e provocando o /gozo/, que vem em forma de letras soltas e semi-translúcidas, se espalhando na boca feminina. Resumindo, é um ball cat.



Esse é o complemento do poema anterior. O cunilíngua, momento em que o homem faz sexo oral em sua parceira. A estrura se organiza em torno da "vulva viva", que remete à vagina. No púbis, podemos ler diversas palavras, frases e idéias, basta ter um pouco de maldade e imaginação. Os lábios são as sílabas que estão em torno da vulva. Cabe ao leitor percorrer o poema-vulva em busca de sensações e significados.





segunda-feira, 8 de setembro de 2014

UM TEMA DIFÍCIL, NUM BELO CONTO DE CAMILA FERNANDES





(Mila F., ou Camila Fernandes: nua pensativa)

Assim ela se apresenta em sua página na internet:
"Sou ilustradora, escritora, revisora de textos e pretensa bailarina de tribal fusion. Assino ilustrações como Mila F e textos com meu nome verdadeiro."
Estou falando de Camila Fernandes.
Ousada, como uma escritora deve ser, achei de sua lavra (desculpem o termo!) o belíssimo conto abaixo, que aborda... não, não vou antecipar o tema: as ilustrações de Julius Zimmerman, com as curvas generosas de Jessica Rabbit, já o fazem. 
Saboreiem.

A PARTITURA




Bem devagar. Foi como começou.

Seus olhos correram pretos pelo branco de leite das mãos dele. Um presente para ela aconchegado nas palmas róseas. Sorriu. Avaliou a delicadeza dos homens verdadeiramente poderosos.

Caiu no abismo azul dos olhos dele. Doeu no fundo quando ele piscou. Que não piscasse. Que tivesse o tempo todo olhos para ela só.




Os lábios do homem ficaram entreabertos numa proposta entrecerrada.

Mãos de pianista, as dele. Encontraram no corpo dela suas teclas. Apanharam-na. Afinaram suas notas. Tiveram a paciência de um imortal. A certeza de um proprietário. O tempo de todo o mundo. Tensionaram cordas – e ela se converteu num brinquedo espontâneo.

Tangendo sempre… Flamenco nos seios. Jazz no ventre. Entre as pernas, um chorinho de arrancar lágrimas.





O bojo dos seus quadris apoiado sobre a coxa firme do homem. A mão esquerda conduzindo seu braço numa valsa descabida. A destra hábil gravou na sua medula a letra daquela canção.

Fez ecoar a voz do amado no recinto outrora vazio da alma da amante.

Ela se contorceu, se inclinou, gata em momento de preguiça, quatro patas, traseiro alto em alegre submissão. A boca dele cantarolou no seu sexo. Lábios com lábios. E todas as janelas do seu corpo se abriram, se escancararam, berrando um convite. Latejando. Umedecendo.



Ele escolheu uma entrada. A doce porta proibida.

Tocou de leve os glúteos fortes. Cor de trigo. Páginas sofisticadas. Abriu-as. O miolo de tal livro era algo a se conhecer.

Ele regia uma sinfonia suave, morosa. Primeiro os violinos. Meigos, furtando suspiros precoces.

E a porta antes trancada foi cedendo devagar.



Então, os oboés. Os violoncelos. Os clarinetes. A divina cacofonia.

O amante avançou. Entrou. Afundou com coragem. Curvou o torso. Encaixou-se à amada como o parafuso à porca. O peso do seu corpo firme sobre o dela, gentilmente subordinado. Tateou. Dedos cegos mas espertos logo acharam seu posto na orquestra. Aninharam-se na alcova alagada de um órgão em flor. Dedilharam… Um, dois, três. Um, dois, três. Encontraram o ritmo. Sem pressa, ele a embalou. Indo e vindo. Afundando sempre.




O maestro conduziu. A diva cantou. Prazer agudo. Palpitante. Infringir a regra e jamais contar a ninguém. Despejar o conteúdo de todas as gavetas. Rasgar as páginas de todos os diários. Falar de amor carnal e visceral em todos os altares. Preencher com gozo divino todos os buracos mundanos. Meter o pecado virtude adentro. Entrar e sair do paraíso roçando o inferno. Roçando o fogo.

A voz dela rivalizou com as de todos os castrati.

Ah! Foi uma longa sinfonia.









segunda-feira, 1 de setembro de 2014

QUEM TEM MEDO DE HOMENS PELADOS?





Nudez masculina. Mais uma vez. Sim, e daí? Se há tanta mulher pelada na internet, por que não prestigiar os homens, de vez em quando? E este blog não tem, absolutamente, nenhum preconceito contra os peladões.


Aliás, até mesmo defendemos que a nudez ou seminudez - de homens e mulheres  - podem ser um elemento bastante civilizador: se nos acostumamos com os corpos dos outros e, por extensão, com os nossos próprios corpos, em situação de natural nudez, acabamos por acalmar a libido de muitos possíveis tarados por aí.





Mas, não é de tarados de qualquer espécie que queremos falar. O assunto é apenas a nudez masculina. Sempre complicada, como já me cansei de repetir por aí, por causa da inerente preocupação do homem com o seu pênis, o seu pau (vamos usar o termo mais corrente, sem falsos moralismos).




Primeiro, há o problema do tamanho: não sei por que (ou, melhor, até sei, mas isso é outro assunto), eles sempre se preocupam demasiado com a comparação de suas "grandezas". Por isso, as fotos - geralmente posadas - de homens nus na internet mostram sempre o pau em riste, como a afirmar uma "macheza", na minha opinião, inútil, que só interessa ao próprio indivíduo e a seus "casos" (está bem: há um público para esse tipo de publicação; nada contra).

Segundo, quando em repouso, os paus tornam-se, aos olhos dos próprios homens, "ridículos". Uma bobagem, claro, mas que parece influenciar na timidez da maioria, impedindo-os de se mostrarem de forma totalmente natural, sem artificialismos.



E, por último, devo lembrar aos "mancebos" que um pau murcho pequeno não quer dizer absolutamente nada: pesquisas (de americanos; de quem mais poderia ser? - e voltaremos a esse assunto futuramente) indicam que um pênis em repouso "pequeno" tem muito maior potencial de crescimento, quando excitado, do que um pênis grande murcho, que tende a ficar, quando duro, do mesmo tamanho. Então... bem, os possíveis leitores e leitoras devem concluir o que quiserem...



Ah, sim: as fotos aqui apresentadas são de homens nus em grupo. Porque já postei vários "antes e depois" (vestidos e pelados) individualizados e porque (e isso é um mistério para mim) os homens se sentem mais à vontade nus quando estão juntos do que quando têm que encarar sozinhos as lentes de um fotógrafo.



Enfim, divirtam-se!