segunda-feira, 27 de maio de 2013

POLIAMOR




(autor não identificado)


Esse neologismo híbrido (do grego, póli = muitos e amor, palavra latina) foi criado para designar uma"nova" espécie de relacionamento humano.


(autor não identificado)





As aspas acima se justificam, porque não sei exatamente quando esse tipo de contrato começou, e acho que ninguém sabe. Apenas está tomando forma, na atualidade, com nuances mais profundas ou mais variedade de possibilidade.





(autor não identificado)




Vamos tentar entender o que é poliamor, sem grandes aprofundamentos e discussões éticas, sociais, religiosas etc., porque não cabem neste espaço tais pretensões.



(autor não identificado)




Explicam os defensores do POLIAMOR que se trata de um tipo de contrato de relacionamento íntimo (amor, ou uma espécie de "casamento") entre várias pessoas, que passam a constituir um grupo em que seus membros têm liberdade de se relacionar/amar/transar entre si, com o conhecimento e consentimento de todos os envolvidos.



(autor não identificado)



Defendem que esse tipo de sociedade só funciona quando há, entre os indivíduos envolvidos, princípios éticos baseados em total honestidade e transparência. Ou seja, todos devem saber de tudo, além de manterem com o grupo um compromisso de fidelidade.



(Berthommé Saint-André)



Em outras palavras, o conceito de poliamor implica adotar e defender, como opção ou modo de vida, a possibilidade prática e sustentável de se estar envolvido de modo responsável em relações íntimas, profundas e eventualmente duradouras com vários parceiros simultaneamente.



(Fameni Leporini)



Não há definição de gênero na composição de grupos que adotam o poliamor, o que sugere a possibilidade - e isso torna o movimento ainda mais polêmico, para os moralistas de plantão - de se formarem  tanto grupos homogêneos em relação ao gênero dos participantes (só homens ou só mulheres) quanto heterogêneos em todas as variações de preferências sexuais.



(Georges Mouton)


Como sempre, há um movimento mais acentuado nos Estados Unidos da América, na Alemanha e no Reino Unido. Embora haja uma polêmica sentença de um juiz da comarca da capital de Rondônia reconhecendo a duplicidade do relacionamento de um homem legalmente casado que convivia com a esposa e outra companheira simultaneamente, não se pode dizer que haja tal tipo de movimento no Brasil.


(autor não identificado)



A poligamia tem sido tratada, aqui e todas as partes do mundo, em vários filmes e textos de reportagens ou de ficção, mas sempre como poligamia e não exatamente dentro da filosofia do que se denomina POLIAMOR.




(Ilustração antiga de Roma: músicos)



Enfim, parece haver nuances específicas no tipo de poligamia defendida pelo movimento POLIAMOR, que o torna algo bastante peculiar em termos de novas possibilidades de relacionamento, quando o próprio conceito de "casamento" tem-se alargado e estendido, conforme o ser humano reconhece que a sexualidade humana tem um leque bastante amplo de possibilidades, muito além do tradicional macho/fêmea.




(autor não identificado)




P.S.: 1.há um site bastante interessante sobre esse assunto em Portugal. Se quiser conhecê-lo, é só clicar:





2. As ilustrações desse artigo são, apenas, uma brincadeira com a ideia de sexo envolvendo várias pessoas e, portanto, não visam a representar a filosofia do poliamor.





segunda-feira, 20 de maio de 2013

CALCINHAS ESTRANHAS






Volto ao tema das calcinhas, desta vez para destacar alguns modelos que fogem à nossa imaginação, pela criatividade ou pela ousadia ou pelo exotismo.

Fico imaginando quem as usaria e por que as usaria. Também imagino a cara dos parceiros ou parceiras dessas ousadas garotas, ao deparar com o inusitado:

Será que desistiriam?

Cairiam na risada?

Curtiriam a novidade?...

Enfim, eis alguns modelitos bastante estranhos:
















segunda-feira, 13 de maio de 2013

CALCINHAS DIVERTIDAS





Roupas femininas. 

Fetiche, criatividade, variedade. Infinita variedade. 

Por isso, a moda é um eterno desfile de novidades que seduzem, que espantam, que incendeiam a imaginação - de homens e mulheres.

Mas, uma pequena e escondida peça do vestuário feminino provoca a imaginação - estando ausente, já que há mulheres que não a usam, ou estando presente, para ser vestida (depois) ou despida (antes). E, às vezes, nem precisa ser despida...

Estamos falando, é claro, da calcinha, que, por incrível que pareça, chama-se cueca, em Portugal - acho que já falei disso, aqui, mas não importa, porque hoje vamos falar de "calcinhas divertidas".

Aliás, nem vamos falar nada, apenas apresentar uma série de fotos que falam por si e que cada um tire a sua conclusão, ou melhor, que cada um se divirta com elas.















segunda-feira, 6 de maio de 2013

A BUNDA MASCULINA









Mulheres, na maioria, se perguntadas, afirmam: adoram bundas - de homens!






Motivos? Nenhuma, até hoje, que eu saiba, deu um motivo que fosse, pelo menos, lógico. Achei apenas desculpas, por gosto, assim, tão estranho. Estranho?





Talvez estranho para os homens. Mas, se elas gostam, deixem que gostem. E deixem que gostem de gostar. Afinal, a não ser para as mais radicais - que podem aparecer com um strap-on diante de seu parceiro - elas podem fazer pouca coisa com a bunda do homem.





Portanto, admirem, acarinhem, lambam, façam o que sonharem, o que desejarem, o que quiserem... com as bundas de seus homens. A maioria até agradecerá... espero!