segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

ABALO SÍSMICO 3: KIKI DE MONTPARNASSE




Um religioso iraniano, Hojatoleslam Sedighi, disse que “Muitas mulheres que não se vestem de forma modesta levam os homens jovens ao mau caminho, corrompem a sua castidade e espalham o adultério pela sociedade. Isso, consequentemente, faz aumentar o número de terremotos”.





KIKI DE MONTPARNASSE 





Nasceu ALICE PRIN, em Châtillon-sur-Seine, pequena cidade francesa, em 1901. Pobre, muito pobre, filha ilegítima criada por sua avó materna, foi enviada a Paris aos 12 anos para ser educada. Aos 14, começa a posar nua para vários artistas e transforma-se num modelo bastante popular.


Na Paris boêmia e genial dos anos 1920 - os anos loucos - tornou-se Kiki de Montparnasse, uma das figuras mais carismáticas e adoradas do período entre guerras. Companheira de Man Ray e musa de outros tantos como Kisling, Fujita, Per Krog, Calder, Léger, Utrillo, Picasso, Cocteau e Modigliani, ela foi eternizada em quadros, fotos e manifestos.


Man Ray, seu companheiro por muitos anos, retratou-a em muitas de suas obras, como na célebre fotografia "Le Violon d’Ingres" (1924), em que aparece de costas, com o corpo semelhante a um violino. Mas, muito além da liberdade emocional e sexual, Kiki ansiava por outra liberdade — de expressão, de pensamento. Por isso, abalava a estruturas do conservadorismo.





Nos anos 30, teve um bar chamado Oasis, que depois batizou de Chez Kiki. Viciada em cocaína desde os 16 anos, tudo o que ganhava ia para a cocaína e o álcool, o que acabou levando-a à morte aos 52 anos.







Quantos graus na escala Richter você dá a KIKI DE MONTPARNASSE?


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