segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

ABALO SÍSMICO 2: LA BELLE OTERO




Um religioso iraniano, Hojatoleslam Sedighi, disse que “Muitas mulheres que não se vestem de forma modesta levam os homens jovens ao mau caminho, corrompem a sua castidade e espalham o adultério pela sociedade. Isso, consequentemente, faz aumentar o número de terremotos”.





LA BELLE OTERO







Disputando prestígio, não só nos palcos, com sua rival francesa Liane de Pougy, La Belle Otero teve sua carreira vitoriada pelo consumo do público ávido, apaixonado e sonhador. Segundo uma estatística parisiense, divulgada em fevereiro de 1908, seus cartões-postais eram os mais vendidos, espalhando seu nome pela face da terra como nenhum outro.









Cantora e dançarina espanhola do Folies-Bergere de Paris e dos Cabarés da Espanha, nascida em 1868, Caroline Otero foi a mulher mais cortejada da Belle Epoque, possuindo ao seu redor um verdadeiro séquito de homens ilustres. Entre eles figuravam escritores, milionários, príncipes e reis. Adulada até a idolatria, chegou a levar fortunas à ruína e admiradores ao suicídio. Era um terremoto.









Imensamente célebre, a beleza de seus olhos extraordinariamente negros maravilhou o mundo. Dir-se-ia que tinham uma intensidade tamanha que era díficil de não se deter diante deles.







Símbolo de um época de fausto e euforia que feneceu tragicamente com o início da Primeira Guerra Mundial, Caroline Otero escreveu um livro de memórias, publicado em Paris em 1926, intitulado "Les souvenirs et la vie intime de La Belle Otero".



Esquecida, morreu em Nice em 1965, ladeada pela solidão e as lembranças.








Quantos graus na escala Richter você dá a BELLE OTERO?



http://www.brasilcult.pro.br/teatro/painel17.htm


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