terça-feira, 4 de outubro de 2011

AQUECIMENTO GLOBAL




Estamos na primavera. E logo, como consequência natural, estaremos no verão.



Calor e aquecimento global.




São as preocupações do mundo, neste início de milênio. O calor natural do verão – sempre bem vindo – tem sido preocupante, em virtude do aquecimento paulatino dessa casca de noz frágil e bela, que é a Terra.














E o aquecimento global é culpa de quem? Do ser humano, claro. Embora até o pum dos bois nos campos contribua para aumentar o buraco da camada de ozônio.


Só nos falta algum cientista desses que fuçam em tudo, que pesquisam tudo, vir a público dizer que os calores exalados do amor também contribuem para o aquecimento global ou para o aumento da camada de ozônio, o que, acho, é a mesma coisa.





Porque verão e sexo, calor e prazer se misturam como pão e manteiga, goiabada e queijo (ainda que eu prefira leite com goiabada!), arroz com feijão, bife e bata frita. E toda atividade humana, no frigir dos ovos (e frigir ovos também é perigoso para a Terra, sejam que ovos forem), contribui para aquecer esse nosso planeta rebelde e tão mal tratado por nós.




















Se alguém disser que sexo aquece o planeta e que, com o aquecimento do planeta, vamos todos fritar e, fritos, iremos literalmente para o espaço, acho que a Terra estará perdida. Tirem-nos tudo, mas... sexo? Nem pensar, não é?




















Mas há um jeito, sim, de contribuirmos com o desaquecimento global, através da sensualidade e do sexo.



Como? Fácil: se o nudismo – que seria o ideal – ainda é quase que totalmente proibido em nossas praias, adotemos os trajes mínimos. Economizemos pano, e máquinas para costurá-los, e matéria prima para fabricá-los, e papel (e, claro, árvores) para embalá-los.





Nossas areias quentes talvez até fiquem mais escaldantes; nosso desejo até ferva um pouco além dos limites; nossa imaginação até alcance a camada de ozônio. Mas a natureza vai agradecer, sim, pelo aquecimento não de nosso planeta, mas de nossa libido.






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