sexta-feira, 27 de agosto de 2010

HOMENS INCENDIÁRIOS







Hoje é tão fácil – tanto para homens quanto para mulheres – ter um rosto bonito, um corpo perfeito e um bom marketing, para que alguém se torne uma celebridade instantânea, “café solúvel” no imenso cipoal da mídia que “ergue e destrói” reputações e belezas e perfeições físicas num piscar de olhos. E há, ainda, os famosos retoques na bunda, nos seios, nas pernas musculosas ou longilíneas, no rosto...

(Robert Mapplethorpe)


Então, vamos ao passado. Àqueles tempos em que um homem bonito tinha que ser realmente bonito ou ter muito talento, para arrastar multidões de cocottes alucinadas. E o cinema era a fonte para toda a histeria.




Apenas uma ressalva, nesta breve, muito breve história de homens incendiários: não nos importemos com boatos que, depois, destruíram inúmeras reputações. Só contemplem, amigas (principalmente) e amigos (eventualmente), sem nenhum preconceito estas maravilhas da evolução humana.



Que tal começarmos com Valentino – Rodolfo Valentino – na década de 20 do século passado? Celebridade arrasadora, morto aos 31 anos, para desespero de milhares de fãs pelo mundo. Diz a lenda que muitas se suicidaram com a notícia de sua morte, em 1926:







Um rebelde sem causa que muitas/os prefeririam “sem calça”: James Dean. Incendiou a imaginação das mulheres (e, claro, de muitos homens) da década de 50. Também morreu cedo, muito cedo, aos 24 anos, em 1956, num acidente de carro:


Agora, esqueçam o velho gordo e decadente morto aos 80 anos, em 2004. Lembrem-se de que foi, sempre, um extraordinários ator. Mas, sem dúvida, sua performance e sua sensualidade em “Um bonde chamado desejo” (1951) foram um arraso, não só para a coitada da Blanche, mas para todas as mulheres (e homens) mundo a fora. Marlon Brando:



Outro veterano, agora lá das Europas, cujo sucesso começou com o filme “O Sol por testemunha”. E mesmo já maduro, continou fazendo suspirar corações, em muitos e muitos filmes. Com vocês, Alain Delon:






É claro que muitos e muitos outros poderiam fazer parte dessa breve galeria. E, se avançarmos para o presente, não haveria espaço suficiente para tantos rostos e corpos bonitos do cinema, da televisão, das passarelas. Certo de que é impossível agradar a gregas e troianas (e, até mesmo, sem qualquer ironia, gregos e troianos), elejo um cinquentão (ou quase) da atualidade para encerrar essa crônica. Com vocês, George Clooney (e não se fala mais nisso, ok?):






Um comentário:

Tati disse...

Troco todos pelo Marlon Brando!!! Beijo!