quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

PARAFILIAS E FETICHISMOS: MULHERES A SEIS MIL DÓLARES CADA!







Sim, você pode comprar uma mulher por 6 mil dólares, em média. Nos Estados Unidos, claro. Se você mora no Brasil, faça as contas pelo dólar do dia (o câmbio está baixo, pode ser um “bom negócio”) e pense nos impostos de importação (que não são lá muito baratos, talvez uns 40% de acréscimo ou mais, sei lá!).





E pode comprar pela Internet, sem sair de casa. Que ela, a mulher de seus sonhos, virá pelo correio, numa embalagem perfeitamente segura e discreta! 

Mulher pelo correio? 






Bem, não se trata exatamente de uma mulher, mas, digamos, uma cópia. Uma boneca! Tamanho natural, com tudo em cima, feita com material... bem, é melhor parar por aí, antes que isso vire um comercial. 



E não é um comercial que eu quero fazer, aqui, neste blog de tantas coisas e escritos estranhos. Estou falando de um fetiche, o fetiche por bonecas reais, para substituir a fêmea verdadeira. 







Há uma verdadeira indústria – aparentemente próspera – de tais artefatos. Porque, no fundo, por mais reais que pareçam, essas bonecas não passam de artefatos feitos para atender às necessidades de indivíduos carentes e solitários ou para atender aos delírios carnais (fetiches, na verdade) de tarados de plantão, marmanjos que preferem se masturbar com bonecas de silicone a correr atrás de um rabo de saia verdadeiro, com todas as implicações que as mulheres de verdade oferecem. 







Há bonecas de todos os tipos. Algumas têm sensores que as fazem murmurar ou emitir ruídos, quando penetradas ou quando há atividade em suas zonas erógenas (não sei exatamente o que isso quer dizer, mas dá para imaginar...) 







Durabilidade? Acho que esse é o seu calcanhar de Aquiles (ou seria outra coisa de Aquiles?): duram dois anos em média, com uso diário. Mas aí, é querer demais: que o “feliz” comprador tenha sexo todos os dias! 







Bem, de qualquer forma, eis aí um fetiche bastante estranho que, no entanto, é bastante inocente, já que se trata da relação íntima entre um ser humano e um material inanimado, sem qualquer dano a quem quer que seja. E como tem gosto para tudo nesse mundo, que cada um goze como puder ou quiser. 










E que as mulheres não fiquem enciumadas, não. Dizem que há versões masculinas também, com todos os atributos que um homem de verdade não tem, ou seja, sem as complicações que as mulheres econtram nos seus parceiros, que todas sabem quais são, nem preciso relacionar, não é? Se encontrar algum “rubber man” ou sei lá como se chamaria um “homem completo”, volto ao assunto. 






E mais uma nota estranha neste mundo de coisas estranhas: no Japão, esse fetiche é levado tão a sério por algumas pessoas, que há até motéis ou bordéis de bonecas reais, onde o cliente pode pagar para passar algumas horas com seus “brinquedinhos”.












(Fotos da internet, sem indicação de autoria)

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