quinta-feira, 3 de setembro de 2009

MANUAL DE BOAS MANEIRAS... - COM O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA





Avec M. le Président de la République




- Appelée à l’honneur de réciter un compliment devant le Président de la République, ne lui dites pas à l’oreille quand il vous embrasse : «Viens chez maman, je te ferai bander. »



- Si même vous le reconnaissez pour un vieil habitué de la maison clandestine où vous prostituez votre petite bouche, ne l’appelez pas «gros bébé» devant sa maison militaire.



- Ne l’appelez pas non plus «vieux satyre» en lui réclamant cent mille francs pour prix de votre discrétion. Si, par contre, il vous fait enlever secrètement, et se précipite sur votre derrière pour assouvir sa lubricité, rien ne vous oblige à vous laisser violer par le chef de l’État.




- Si, de votre plein gré, vous couchez avec lui, et s’il vous prie de lui faire pipi dans la bouche, ne lui objectez pas que cet acte serait indigne du respect que vous lui devez. Il connaît le protocole mieux que vous.




- Vous pouvez demander à monsieur le Président de la République une mèche de ses cheveux pour vous rappeler ses faveurs, mais il serait indiscret de lui couper la pine pour la conserver en souvenir de lui.



- Si, au cours d’une vadrouille nocturne, vous rencontrez le Président de la République, complètement saoul, tombé dans le ruisseau, faites-le reconduire à l’Élysée avec les honneurs dus à son titre.



- Si monsieur le Président de la république venait à mourir subitement pendant que vous tétez son foutre, vous pouvez raconter l’histoire à tout le monde : on ne vous poursuivra pas. Il y a des précédents.







Com o Senhor Presidente da República



- Ao ter a honra de recitar para o Presidente da República, não lhe diga ao pé do ouvido, enquanto ele a abraça: “Vá à casa de mamãe, que eu o deixarei de pau duro”.



- Se até mesmo você o reconhecer como velho freqüentador da casa clandestina onde você prostitui sua pequena boca, não o chame “bebezão” diante de sua casa militar.



- De forma alguma, não o chame “velho sátiro”, pedindo cem mil francos por sua discreção. Se, ao contrário, ele a pega secretamente e se precipita sobre o seu traseiro a fim de assumir sua lubricidade, nada a obriga a deixar-se violar pelo chefe de Estado.



- Se, com seu pleno consentimento, você se deita com ele, e ele lhe pede para fazer xixi em sua boca, não contraponha que esse ato será indigno do respeito que você lhe deve. Ele conhece o protocolo melhor do que você.



- Você poderá pedir ao senhor Presidente da República uma mecha de seus cabelos para se lembrar de seus favores, mas será exagero cortar-lhe o pau para conservá-lo como lembrança dele.



- Se, numa balada noturna, você encontrar o Presidente da República completamente bêbado, caído na sarjeta, faça-o ser conduzido ao Eliseu com todas as honras devidas a seu título.



- Se o senhor Presidente da república vier a morrer subitamente enquanto você lhe suga a porra, você poderá contar a história a todo mundo: ninguém a perseguirá. Há precedentes(22).









(22) Pierre Louÿis refere-se ao presidente Félix Faure (1841-1899), que morreu bruscamente no Palácio, oficialmente de um ataque de apoplexia, mas na verdade nos braços de sua amante, Madame Steinhall. 



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