sexta-feira, 14 de agosto de 2009

MANUAL DE BOAS MANEIRAS... - NA IGREJA




À l’église



- Une petite fille qui s’éveille doit avoir complètement fini de se branler lorsqu’elle commence sa prière.



- Si vous ne vous êtes pas assez branlée le matin, ne vous finissez pas à la messe.



- Ne suivez pas l’office sur un exemplaire de Gamiani, surtout s’il est illustré.



- N’arrachez jamais un bouton de culotte à votre voisin au moment de le donner à la quête. Faites-le avant d’entrer.



- «Les personnes qui connaîtraient des empêchements à ce mariage sont obligés de nous en avertir», dit le prêtre ; Mais c’est une simple formule. Ne vous levez pas à ces mots pour révéler des confidences.



- Quand vous êtes auprès d’une dame qui s’agenouille en creusant les reins, ne lui demandez pas si cette position lui rappelle des souvenirs tendres.



- Au catéchisme, si le jeune vicaire vous demande ce que c’est que la luxure, ne lui répondez pas en rigolant : «Nous le savons mieux que vous !»



- Le jour de votre première communion, si une dame s’écrie en vous voyant : «Est-elle jolie ! On dirait une petite mariée ! » ne répondez pas : «Il ne me manque que la fleur d’oranger. » La réplique serait jugée leste.



- Si vous sucez un monsieur avant de partir pour communier, gardez-vous bien d’avaler le foutre : vous ne seriez plus à jeun, comme il faut que vous le soyez.



- En vous agenouillant à la table sainte, n’invitez pas votre petite voisine à coucher avec vous dans l’après-midi.



- Pendant le sermon, si le prédicateur parait croire à la «pureté des jeunes filles chrétiennes», ne vous mettez pas à pouffer de rire.



- Si vous baisez l’après-midi dans une église de campagne, ne vous lavez pas le cul dans le bénitier. Loin de le purifier, vous l’aggraveriez au contraire.





Na igreja





- Ao acordar, uma menina deve ter acabado completamente de masturbar-se antes de começar as suas orações.



- Se você não se masturbou o suficiente pela manhã, não termine durante a missa.



- Não acompanhe a missa com um exemplar de Gamiani (17), principalmente se ele for ilustrado.



- Não arranque jamais um botão da calça de seu vizinho no momento da coleta. Faça-o antes de entrar.



- “Se alguém sabe de alguma coisa que impeça este casamento que o digam agora”, diz o padre. Mas é uma simples fórmula. Não se leve por essas palavras para revelar confidências.



- Quando você estiver perto de uma dama que, ao se ajoelhar, senta-se sobre os rins, não lhe pergunte se essa posição lhe traz doces recordações.



- No catecismo, se o jovem padre lhe pergunta o que é a luxúria, não lhe responda com ar de riso: “Nós sabemos isso melhor que você”.



- No dia de sua primeira comunhão, se uma senhora grita ao vê-la: “Como está linda! Parece uma pequena noiva!”, não lhe responda: “Só me falta a flor de laranjeira.” A resposta sejá julgada licenciosa.



-Se você chupar um cavalheiro antes de comungar, tenha o cuidado de não engolir a porra: você não estaria mais em jejum, como é preciso que você esteja.



- Ao ajoelhar-se diante do altar, não convide sua pequena vizinha a deitar com você à tarde.



- Durante o sermão, se o pregador parece crer na “pureza das jovens cristãs”, não se ponha a rolar de rir.



- Se você trepar à tarde dentro de uma igreja no campo, não lave o cu na pia batismal. Ao contrário de o purificar, isso agravará o seu ato.





(17) Gamiani, ou deux nuits d'excès (1833); “Gamiani ou duas noites de excesso”, como boa parte da literatura galante, é obra de autoria discutível. Atribuída a Alfred de Musset (1810-1857), foi, segundo os contemporâneos, executada em três dias, a partir de um desafio lançado por seu suposto autor, numa reunião literária, quando apostou que seria capaz de escrever um romance dos mais obscenos, sem empregar uma só palavra grosseira. Desde então, os críticos parecem se dividir entre a afirmação e a negação do fato, coligindo, aqui e ali, outras tantas anedotas que o confirmam ou o infirmam”. Fonte: prólogo da tradução brasileira, feita por Véra Motta e Ulisses Barbosa, para a coleção “Os libertinos”, editora Ágalma, Salvador, Bahia, 1996.







Um comentário:

Escrevendo na Pele disse...

Absinto diz: Caralho! Quanta puerilidade! Hahahahaha

Absinto diz: Cavalheiro, aonde devo depositar a porra?

Absinto diz: Já escorreu e colou.

Mestre Pierre: ...